quarta-feira, 18 de julho de 2012

FOTOS QUE TIREI PELO CAMINHO

Over the rainbow
Sempre gostei de tirar fotos. Há um tempo atrás até colocava no canto superior direito do blog uma sessão com esse mesmo nome, mas ninguém nunca comentava, então retirei e resolvi colocar aqui com o título parodiando o filme Coisas que perdemos pelo caminho, protagonizado por Halle Berry e Benício Del Toro. 



A seguir as fotos que tirei pelo caminho homenageando filmes famosos:


O Sol por testemunha

Tenha fé


Copacabana me engana


Jesus Cristo Superstar


O olho mágico do amor


O Natal Mágico


O beijo no asfalto


Chuvas de verão


Os girassóis da Rússia


Crepúsculo


À sombra dos jabuticabais


A opção ou As rosas da estrada


Jesus Cristo eu estou aqui



Gata em teto de zinco quente


Jantar com amigos

Também somos irmãos

O cão dos Baskerville




domingo, 15 de julho de 2012

FILMES DE FÉRIAS

Jude Law e Cameron Diaz em O amor não tira férias

O período de férias quase sempre foi abordado no cinema em forma de comédia, como na trilogia estrelada por Chevy Chase; em As grandes férias com Dan Aykroyd e John Candy e Férias do barulho com o iniciante Johnny Depp, mas de forma descaradamente romântica em Férias de amor e O amor não tira férias.


Confira outros filmes bem adequados a esse período em que muitos estão de férias e tem bastante tempo livre para se espalhar no sofá comendo pipoca ou ir ao cinema:


Queen Latifah em As férias da minha vida

Robin Willians em Férias no trailer

Rowan Atkinson em As férias do Mr. Bean

Férias em alto astral

Kristen Stewart e Jesse Eisenberg em Férias frustradas de verão

Férias do barulho

John Candy em As grandes férias

Mark Harmon em Curso de Férias

Chevy Chase e Beverly Dangelo em Férias Frutadas

Willian Holden e Kim Novak em Férias de amor

quinta-feira, 12 de julho de 2012

ENTREVISTA COM A CRÍTICA DE CINEMA TACILDA AQUINO - PARTE 2


Tacilda Aquino com seu sobrinho


Qual seu gênero preferido e de qual menos gosta?

Quando atuava sistematicamente, me via na obrigação de assistir todos os gêneros, até mesmo os besteiróis do estilo Todo Mundo em Pânico. Atualmente quando vejo o anúncio de um filme destes dou graças a Deus de não estar mais empregada. Além destas bobagens confesso que não gosto muito dos filmes de vampiros (não vi e nem sinto vontade de ver a trilogia Crepúsculo). Acho que gosto mais de drama porque ele, o drama, dá a chance de o cinéfilo apreciar grandes interpretações. Nos filmes de ação, o espetáculo geralmente fica por conta dos efeitos especiais.


Daniel Dantas e Andrea Beltrão em Pequeno Dicionário Amoroso
 O que você acha do cinema nacional? Será que um dia ele terá condições de concorrer com o cinema americano ou pelo menos de tornar-se uma indústria?

Temos grandes diretores e grandes filmes. Sempre tivemos. Desde os tempos da Vera Cruz, de Oscarito, Grande Otello, Glauber, Anselmo Duarte. Mas temos muita bobagem também. Acho que o maior pecado do cinema nacional ainda é o fato dele ser uma extensão da TV, da maior produtora ser ligada à maior rede de TV. Tenho uma certa preguiça de ir ao cinema e ver na telona os mesmo atores das novelas. Quando se tem a sorte de ver na tela uma história bem contada ainda dá, mas como a gente vê coisas como E aí.. Comeu? eu realmente fico triste. Mas temos bons filmes, e bons diretores e vale citar alguns que valem a pena rever, como de Walter Salles (Central do Brasil), Fernando Meireles (Cidade de Deus), José Padilha (Tropa de Elite 1 e 2), Karim Ainouz (O Céu de Suely), Jorge Furtado (Ilha das Flores), Eliane Café (Kenoma), Guel Arraes (O Auto da Compadecida). Entre os atores de TV que ainda valem a pena serem vistos na telona eu destaco o José Dumont, Selton Mello, Lázaro Ramos, Mateus Nachtergale, Marco Nanini. As atrizes, Fernanda Montenegro, Denise Fraga. Tem um filme brasileiro que gosto demais, chamado Pequeno Dicionário Amoroso, que a Sandra Werneck dirigiu em 1997, com Andrea Beltrão e Daniel Dantas, conhece? Gosto muito dele.


John C. Reilly, Jodie Foster, Christoph Waltz e Kate Winslet em O Deus da Carnificina
 Também adoro o Pequeno Dicionário Amoroso, Tacilda, mas com que freqüência você vê filmes? Diariamente, quando dá tempo, ou quando dá vontade?

Quando não dá para não deixar de ir. Quando estréia um filme de Polanski (O Deus da Carnificina), do Ridley Scott (Prometheus) ou uma nova aventura do Homem Aranha (meu super-herói predileto dos tempos em que lia HQs). Ou para ver a quantas anda o cinema nacional e descobrir que Assalto Ao Banco Central, de Marcos Paulo é uma grande roubada ou que E aí... Comeu? é de um tremendo mau-gosto. E tem a questão de quando tenho dinheiro também (risos)


Você vê mais filmes no cinema, em DVD ou na TV por assinatura? Qual deles é o seu preferido?

No cinema. DVD quase não vejo porque se não vejo na tela grande, baixo da internet e vejo na TV, aí quando sai o DVD já não tem muita graça ver de novo. No DVD vejo muitos shows musicais. Não existe nada que supere se assistir a um filme “no escurinho do cinema...”

Elenco de Law and order SVU
 Sei da sua paixão por séries de TV, que ultimamente estão com um padrão tão alto de qualidade que conseguem atrair atores do porte de Dustin Hoffman. Quais são suas séries preferidas?

Não gostei da séria estrelada por Dustin Hoffman. Assisti somente dois episódios. Gosto imensamente de Law & Order SVU, que vai entrar na décima quarta temporada, The Good Wife, Dexter, o serial killer que a gente odeia amar, mas não consegue evitar e Smash, cuja ação se passa nos bastidores de um musical da Broadway. Ocasionalmente vejo The Big Bang Theory e os clássicos Friends e Seinfeld.


Você ainda trabalha com crítica cinematográfica? Como é a sua rotina?

Não estou mais trabalhado. Trinta anos de jornalismo me renderam uma boa LER (Lesão Por Esforço Repetitivo) e tenho dores crônicas nos dedos quando digito por muito tempo. Mas ainda gosto de escrever e quando quero matar a saudade, cometo algum comentário para meu blog (www.tacilda-aquino.blogspot.com) e para o Jornal Opção (www.jornalopcao.com.br)


Tacilda, obrigado pela honra de me conceder essa entrevista. Foi a minha primeira. Não imagina o quanto sinto saudades daqueles tempos da pós-graduação em que estudávamos e depois sempre dávamos um jeito de nos reunir com os colegas e jogar conversa fora, sobre cinema ou coisas afins.

Grande abraço.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

ENTREVISTA COM A CRÍTICA DE CINEMA TACILDA AQUINO


Tacilda Aquino


Hoje apresento a vocês a entrevista que fiz com a crítica de cinema (e amiga) Tacilda Aquino. Conhecemos-nos no curso de Especialização em Cinema e Educação e devo confessar que aprendi muito com ela, já que ela fez da crítica cinematográfica a sua vida, trabalhando por mais de 30 anos no jornal de maior circulação no estado de Goiás, “O Popular”. E é alguém que entende muito de cinema.


Cacilda Becker em Floradas na Serra
 Gilberto - Como começou sua paixão por cinema?

Tacilda Aquino - Não sei bem. Acho que veio do meu pai. Ele era alfaiate em Barreiras, na Bahia e quando veio para Goiás se empregou no antigo Cine Santa Maria (no Centro de Goiânia) como porteiro. E assistia aos filmes que podia. Quando nasci, estava em cartaz Floradas na Serra, que tinha sido lançado dois anos antes. O filme era dirigido pelo italiano Luciano Salce com roteiro baseado em romance homônimo de Dinah Silveira de Queiroz, produzido pelos estúdios Vera Cruz. O filme era estrelado por Cacilda Becker Jardel Filho. Meu pai queria me registrar como Cacilda, em homenagem a Cacilda Becker, mas como já tinha meu irmão Tackson, minha mãe o convenceu a trocar o C pelo T.


Quando cursou jornalismo, você já pensava em trabalhar como crítica de cinema ou foi algo que surgiu com o tempo?

Na realidade não. Sempre gostei de jornalismo cultural, mas passei por todas as editorias no jornal e também trabalhei em rádio, no jornalismo e na produção executiva de programação. A crítica apareceu como uma das diversas atividades quando fui para o Caderno Dois, primeiro no jornal Folha de Goyaz e depois em O Popular. Quando o Tadeu Porto, que era o titular da coluna de cinema de O Popular deixou o jornal, fiquei escrevendo no lugar dele e fui ficando. Tempos depois, quando fui transferida pela a editoria de Informática, continuei escrevendo para o Caderno 2.


Betty Faria em Bye Bye Brasil
 Além de A noite americana, quais seus filmes preferidos?

Difícil eleger um filme predileto. Tenho alguns que me tocaram mais e tiveram significados especiais porque foram visto em momentos especiais de minha vida.  A pergunta remete à anterior. Para você ter uma idéia, em 1977 (ano em que entrei na faculdade) assisti A Garota do Adeus, de Herbert Ross e me apaixonei por Marsha Mason e Richard Dreyfuss. E antes de entrar na faculdade já tinha me apaixonado por Clint Eastwood em Dirty Harry, que apareceu pela primeira vez na telona em 1971. E também por Perversa Paixão que já revelava Eastwood como um diretor que prometia. Adoro Bye bye Brasil, de Cacá Diegues, A Hora da Estrela, principalmente pela interpretação de Marcela Cartaxo, de Mulher Objeto, de Sílvio de Abreu, O Homem do Pau Brasil, de Joaquim Pedro de Andrade.

Gosto muito de um filme do Neil Jordan, de 1981, chamado O Doce Sabor de um Sorriso (Only When I Laugh), com Marsha Mason, que fala do relacionamento entre uma atriz alcoólatra que está tentando parar de beber e a sua filha adolescente. Este filme foi feito dos anos depois de A Garota do Adeus, com a mesma Marsha Mason e Richard Dreyfuss.


Adoro os filmes de Krzysztof Kiéslowski, principalmente Não Matarás, e Não Amarás. Gosto de um filme iraniano A Caminho de Kandahar de Mohsen Makhmalbaf, O Jarro do também iraniano Ebrahim Foruzesh. Recentemente gostei imensamente de Precisamos Falar Sobre o Kevin de Lynne Ramsay com Tilda Swinton, que está excepcional. Não entendi porque ela não foi indicada ao Oscar. Tá vendo o gosto é diversificado. Asssim fica difícil dizer que esse ou aquele é o predileto.
















Conte-nos sobre os atores e diretores que conheceu. Quais os que mais te impressionaram por sua simpatia e quais os que te decepcionaram?

Ninguém me decepcionou porque na verdade não esperava nada além do que eles tinham para dar. Estavam aqui para divulgar seus filmes e sempre eram simpáticos. Gostei imensamente de conversar com Alan Parker quando da realização de Coração Satânico (1987). Ele estava trabalhando na pré-produção de Mississipi em Chamas, que realizaria no ano seguinte e conversamos despretensiosamente sobre o filme e também sobre A Chama que Não se Apaga (Shoot The Moon), que ele tinha feito em 1982 e não tinha alcançado o resultado esperado. Eu tinha gostado muito do filme e Parker disse que era um de seus prediletos. Isso rendeu boas conversas. Claro que adorei conversar com a musa de A Noite Americana, Jacqueline Bisset. Infelizmente não tinha sido por conta do filme. A conversa foi sobre Hig Season (1988), de Clare Peploe, esposa de Bernardo Bertollucci, que estava se aventurando na direção. O interessante é que o filme tinha uma ponta de Kenneth Branagh. Gostei demais de conversar com C. C. H. Pounder, de Bagdá Café, que infelizmente não deslanchou na telona, mas que pode ser vista na TV.

C. C. H. Pounder

Você deve ter conhecido muitos países em tantas coletivas de imprensa que participou. Cite Alguns...

Por incrível que pareça as viagens que fiz para o exterior como jornalista não se relacionaram a coberturas de festivais de cinema ou eventos culturais. Os jornais de Goiânia não tinham essa cultura de enviar jornalistas para estas coberturas e as distribuidoras também não pagavam por viagens de lançamentos de filmes, como fazem atualmente.  O máximo que a gente tinha era a chance de assistir os filmes antes de ele entrar em cartaz, geralmente na sala do antigo Cine Capri, na Avenida Anhanguera (que se transformou em igreja evangélica). As viagens que fiz ao exterior a trabalho foram em sua maioria, para a área de informática.


Qual o seu cinema preferido? Qual sala que mais freqüenta?

Não tenho preferência por salas. Quero ver o filme se a única opção for as salas do Banana Shopping (as mais deficitárias), o jeito é enfrentar.

A invenção de Hugo Cabret
 Você prefere o cinema clássico ou o atual?

Não tenho preferência. Já vi muito clássico, do tempo do cinema mudo, do cinema falado, dos filmes em 3D... Prefiro dizer que gosto de histórias bem contadas, como os recentes O Artista e A Invenção de Hugo Cabret.

Continua...



sexta-feira, 6 de julho de 2012

BILHETERIA DOS FILMES NACIONAIS ATÉ 29/06/2012

Emílio Orciollo Netlo, Marcos Palmeira e Bruno Mazzeo em E aí... comeu?

As bilheterias do cinema nacional no ano de 2012 parece que serão dominadas pelo ator/produtor/roteirista Bruno Mazzeo. Depois de Cilada.com que por enquanto é a maior bilheteria de um filme nacional nesse ano, ele está em cartaz também com E aí... comeu? que em duas semanas em cartaz já fez mais de 700 mil espectadores e deve ultrapassar em uma semana a marca do milhão. Pelo menos esse é um pouco melhor que o anterior...

Confira abaixo a bilheteria dos filmes nacionais lançados:


Estampa da camiseta do Canal Brasil

terça-feira, 3 de julho de 2012

OS 50 ANOS DE TOM CRUISE



Thomas Cruise Mapother IV nasceu em Syracuse, Nova York em 03/07/1962.

Desde criança Tom Cruise enfrentou muitas barreiras como as constantes mudanças de cidade e escola, as brigas de família, o divórcio de seus pais quando ele tinha 11 anos e os problemas de aprendizagem provocados pela dislexia, uma disfunção neurológica que no seu caso atrapalha a memorização do significado das palavras. Sua mãe o obrigou a encarar o problema de frente quando disse que ele ia ter que trabalhar sério para aprender o que os outros aprendem com facilidade. Frequentemente obrigado a decorar longos textos, ele anda com um dicionário debaixo do braço durante as filmagens.


Iniciou carreira aos 16 anos, quando participou de uma montagem escolar do musical Guys and Dolls. Deixou de lado a timidez e foi para Nova York estudar arte dramática. Aos 19 anos (em 1981), conseguiu uma ponta no cult Amor sem fim (Endless love) e um papel maior em Toque de recolher. Dois anos depois fez Vidas sem rumo de Francis Ford Coppola que revelou também vários astros como Patrick Swayze, Matt Dillon, Ralph Macchio, Rob Lowe, C. Thomas Howell, Emílio Estevez e Diane Lane. Além do grande sucesso, Negócio arriscado que arrecadou 75 milhões de dólares só nos Estados Unidos e do equívoco Porky 3 que era um caça-níqueis que não tinha nada a ver com a série Porky’s e só recebeu esse nome para atrair o público jovem.


Em 1986 estrelou seu primeiro grande sucesso, Ases indomáveis (Top Gun) que ficou famoso também pela música Take my breath away e pode ganhar uma refilmagem em 2013. Além de um filme de Martin Scorsese sobre sinuca, A cor do dinheiro, ao lado de Paul Newman e Mary Elizabeth Mastrantonio.

Sua primeira indicação ao Oscar foi pelo soldado mutilado na Guerra do Vietnã em Nascido em quatro de julho (1989), seu papel mais difícil até então.

Com Mimi Rogers
Com Nicole Kidman

Sua vida amorosa sempre foi discreta e nunca faltaram boatos quanto a sua suposta homossexualidade. Entre 1987 e o final de 1989 foi casado com a atriz Mimi Rogers e em dezembro de 1990, casou-se com Nicole Kidman, com quem atuou em Dias de trovão, um filme sobre carros que tentava fazer tanto sucesso quanto Ases indomáveis, mas não conseguiu. Pelo menos serviu para ele conhecer Nicole. O casamento foi bem até De olhos bem fechados (1999), o filme testamento de Stanley Kubrick que mostrou que o casamento não ia muito bem. Os dois adotaram duas crianças e se separaram dez anos depois.

Com Katie Holmes

Em 2005, começou a namorar com Katie Holmes. No ano seguinte tiveram sua primeira filha, Suri. Mas foi também nessa época que ele perdeu um pouco de sua credibilidade, quando foi ao programa de Oprah Winfrey e parecia deseorientado, pulando no sofá e declarando seu amor a Katie e seu fanatismo pela Igreja da Cientologia, com a qual tinha se envolvido em 1990, por intermédio de sua primeira mulher, Mimi.

Em Magnólia

Recebeu uma segunda indicação ao Oscar (dessa vez como coajuvante) pelo belo “quebra-cabeças” Magnólia (1999), mas ele já tinha feito muitos filmes entre uma indicação e outra: Questão de honra (1992), A firma (1993), Entrevista com o vampiro (1994) e Missão impossível que foi o início de uma lucrativa franquia composta por quatro filmes (1996, 2000, 2006 e 2011). O último deles, Protocolo Fantasma foi responsável pelo retorno de Tom ao topo das bilheterias e lhe devolveu um pouco de sua credibilidade junto ao público. 

Na semana passada, Tom virou notícia novamente quando seu advogado anunciou sua separação com Katie depois de 05 anos de união. Agora Tom é o novo solteirão do cinema americano, depois de Johnny Depp que se separou da também atriz Vanessa Paradis.



FILMOGRAFIA COMO ATOR:
(os filmes marcados com * são os assistidos por mim)

1. All You Need Is Kill (2013) (pré-produção)
2. Oblivion (2013) (pós-produçāo) .... Jack
3. Jack Reacher (2012) (pós-produçāo) .... Jack Reacher
6. Encontro Explosivo (2010) .... Roy Miller *
10. Missão Impossível 3 (2006) .... Ethan Hunt *
11. Guerra dos Mundos (2005) .... Ray Ferrier *
12. Colateral (2004) .... Vincent *
13. O Último Samurai (2003) .... Nathan Algren
15. Vanilla Sky (2001) .... David Aames *
16. Missão Impossível 2 (2000) .... Ethan Hunt *
20. Missão Impossível (1996) .... Ethan Hunt *
22. A Firma (1993) .... Mitch McDeere *
23. Questão de Honra (1992) .... Lt. Daniel Kaffee *
24. Um Sonho Distante (1992) .... Joseph Donnelly *
25. Dias de Trovão (1990) .... Cole Trickle *
27. Rain Man (1988) .... Charlie Babbitt *
28. Cocktail (1988) .... Brian Flanagan *
29. A Cor do Dinheiro (1986) .... Vincent Lauria *
30. Top Gun - Ases Indomáveis (1986) .... Maverick *
31. A Lenda (1985) .... Jack *
32. A Chance (1983) .... Stefen Djordjevic
33. Negócio Arriscado (1983) .... Joel Goodsen *
34. Porky 3 (1983) .... Woody *
35. Vidas Sem Rumo (1983) .... Steve Randle *
37. Amor Sem Fim (1981) .... Billy *
Em Entrevista com o vampiro


E não se esqueça de fazer o bem: