quarta-feira, 10 de abril de 2013

DENNIS HOPPER



Nasceu em Dodge City (Kansas) e além de diretor e ator, era também fotógrafo, pintor e escultor. Sempre foi um rebelde e estreou no cinema em “Juventude Transviada” (1955), e era o último remanescente do elenco principal desse filme (James Dean, Natalie Wood e Sal Mineo tiveram mortes trágicas).

Devido a sua rebeldia, foi colocado à margem das grandes produções. Entre 1955 e 1969 participou de 20 filmes, mas os únicos importantes foram “Assim caminha a humanidade” (1956) e “Sem lei e sem alma” (1956), até 1969 quando estreou como diretor e estrelou ao lado de Peter Fonda e Jack Nicholson, o cullt movie por excelência, “Sem destino” (1969). Depois desse, dirigiu vários outros, mas nenhum significativo.


Como ator participou ainda de “O amigo americano” (1977), “Apocalipse Now” (1979), “O massacre da serra elétrica” (1986), “Veludo azul” (1986), “Momentos decisivos” (1986) que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor ator coadjuvante e Velocidade máxima (1993) e Waterworld – O segredo das águas (1994).

O envolvimento com as drogas o deixou relegado às produções de segunda categoria, pois foi internado várias vezes para reabilitação.


Em março de 2009, ganhou uma estrela na calçada da fama, já bem abatido pela doença que tinha se manifestado no ano passado durante as filmagens de um seriado. A doença acabou aplacando a fúria desse rebelde (sem causa).

Morreu no dia 29/05/2009, de complicações decorrentes do câncer de próstata aos 74 anos completados no dia 17/05.


Então doe Medula Óssea!

domingo, 7 de abril de 2013

BETHANIA BEM DE PERTO: A PROPÓSITO DE UM SHOW



Direção: Júlio Bressane e Eduardo Escorel. Com: Maria Bethânia, Suzana de Morais e Caetano Veloso. Documentário. 34 min.

Maria Bethânia saiu de Berré de Santo Amaro da Purificação, Bahia, em 1965, para fazer sucesso no Brasil e no mundo com sua voz rouca e grave, sussurrando versos de amor e embalando o romance de muita gente, por isso é considerada a padroeira dos apaixonados.

Esse média-metragem de 1966, dirigido por Júlio Bressane (A família do barulho) e Eduardo Escorel (Lição de amor) acompanha Bethânia, juntamente com amigos e o irmão Caetano Veloso durante os intervalos e a preparação para a turnê de seu primeiro show, "Carcará", do qual ela reclama que está cansada de cantar a música título, que é a mais pedida pelo público.
Bethânia negocia, mesmo sem saber inglês, uma turnê em Londres (Suzana de Morais é sua intérprete) e com a maior naturalidade, abre o coração e faz comentários que talvez depois tenha se arrependido, como quando perguntam sobre Roberto Carlos e ela responde que não conhece, nunca viu nem pela televisão e depois confessa que quer que ele vá pro inferno e acha a música dele uma pobreza total. Comentário estranho já que depois (em 1993) ela gravaria um CD só com músicas dele, "As canções que você fez pra mim", um de seus melhores discos, aliás. Mas as coisas mudam, ou quem sabe as músicas do início da carreira dele, não eram mesmo boas.
Este filme teve a imagem telecinada do interpositivo 16 mm e o som restaurado do negativo ótico 35 mm em agosto de 2006 pela Cinemateca Brasileiro, mas apesar disso, a imagem não é tão boa assim, já o documentário é razoável, mas Bethânia é maravilhosa.

Já tinha assistido no Canal Brasil outro documentário sobre ela: "Música é perfume", este bem mais recente e também muito interessante devido às décadas de sucesso e histórias para contar, ao contrário deste em que tudo era novidade e esperanças. Ela também foi retratada no documentário "Pedrinha de Aruanda".


Adoro as músicas de Bethania e tenho dúvida de qual gosto mais: Não dá mais pra segurar (Explode coração) e Grito de alerta (de Gonzaguinha), Terezinha, Trocando em miúdos, Maninha e Olhos nos olhos (de Chico Buarque), Brincar de viver (de Guilherme Arantes e Jon Lucien), Negue (de Adelino Moreira e Enzo de Almeida Passos) Ronda (de Paulo Vanzolini), Sonho meu (de Yvonne Lara e Délcio Carvalho) Esse cara, Tá combinado e Mel (de Caetano Veloso), Sonho impossível e tatuagem (de Chico Buarque e Ruy Guerra), Eu não existo sem você (de Tom Jobim e Vinícius de Morais), Atiraste uma pedra (de Herivelto Martins e David Nasser), Loucura (de Lupicínio Rodrigues), É o amor (de Zezé di Camargo), ou as músicas de Roberto e Erasmo Carlos: Fera ferida, As canções que você fez pra mim, Eu preciso de você, Detalhes e Você.

Doe Medula Óssea: Isabelle Drummond apoia essa ideia:

quinta-feira, 4 de abril de 2013

ESTÚDIOS HERBERT RICHERS

Alf, o Eteimoso

Herbert Richers era o dono de um dos maiores estúdios de dublagem da América Latina. Atualmente a maioria dos filmes brasileiros são dublados lá. Quem nunca ouviu no início de algum filme: “Versão brasileira: Herbert Richers”? Sua empresa nos tempos áureos dublava cerca de 70% dos filmes exibidos nos cinemas em uma média de 150 horas de filmes dublados mensalmente.


Herbert Richers

Herbert teve grande importância para os cinéfilos brasileiros, já que muitos não gostam de filmes legendados e com a popularidade da TV aberta esse costume só aumentou, já que ela só exibe filmes dublados e até a TV por assinatura está se rendendo à dublagem, ou mesmo dando a opção para o assinante


Thalia na novela Marimar

Dublou também várias das tenenovelas mexicanas exibidas pelo SBT, como ROSALINDA, REBELDE, QUINZE ANOS, MARIMAR, MARIA MERCEDES, MARIA DO BAIRRO, OS RICOS TAMBÉM CHORAM. CARROSSEL, CARROSSEL 2 – VIVA AS CRIANÇAS, ESMERALDA, A USURPADORA e A FEIA MAIS BELA, entre outras.



Desenhos animados em série exibidos nos programas infantis: ANIMANIACS, CAPITÃO PLANETA, CAVERNA DO DRAGÃO (foto), DENNIS, O PIMENTINHA, DUCKTALES, OS CAÇAFANTASMAS, HE-MAN, SHERA, SUPERAMIGOS, POPEYE e THUNDERCATS, entre outros.

Séries como ALF, O ETEIMOSO, BARRADOS NO BAILE, A GATA E O RATO, BARRADOS NO BAILE, AS PANTERAS, FAMÍLIA DINOSSAUROS, MAGNUM, FRIENDS e PROFISSÃO PERIGO, etc.

Era pai do ator Herbert Richers Jr. que fez o filme Alô? de Mara Mourão e estava internado desde o dia 08/11 na Clínica São Vicente (RJ), onde morreu no dia 20/11/2009 de problemas renais aos 86 anos. Depois de sua morte, o prédio onde ficavam os estúdios foi vendido a um grupo de empresários e em 02 de de novembro de 2012, o prédio foi atingido por um incêndio.



Além de chefe de dublagem, Herbert era também produtor de cinema. Profissão que iniciou com o filme SAI DE BAIXO (1956) com Mazzaropi, passando por ÁGUA NA BOCA (1956) e dezenas de outras chanchadas da Atlântida, mas seus maiores sucessos são O ASSALTO AO TREM PAGADOR (1962) e VIDAS SECAS (1963), sendo o último ANA, A LIBERTINA (1975). Mas no total produziu 59 filmes, fez o roteiro de MARIDO DE MULHER BOA (1960) e UM CANDANGO NA BELACAP (1961) e como operador de câmera de AMEI UM BICHEIRO (1952), vários deles lançados em DVD numa coleção com seu nome.



Doe Medula Óssea:



segunda-feira, 1 de abril de 2013

FILMES SOBRE A MENTIRA


Hoje é o dia da mentira e quando se pensa em um personagem mentiroso no cinema, logo vem a cabeça PINÓQUIO, que sentia o nariz crescer toda vez que mentia para seu mestre, Gepeto. Mas além dele, há vários outros mentirosos no cinema. Vamos relembrá-los.


Jim Carrey se vê em uma situação delicada em O MENTIROSO quando seu filho faz um pedido no dia de seu aniversário, para que seu pai não minta mais. O pedido é atendido e isso atrapalha um pouco o serviço do pai como advogado.


Desde o momento em que vislumbra seu ídolo na porta do teatro, A MALVADA Eve (Anne Baxter) parte rumo ao seu intento, tomar o lugar da famosa atriz Margo Channing (Bette Davis).


SEGREDOS E MENTIRAS - Marianne Jean-Baptiste é uma mulher negra que foi abandonada quando criança e depois de adulta resolve procurar pela verdadeira mãe, que é branca e a concebeu num momento de rebeldia.


ENTRE SEGREDOS E MENTIRAS - Ryan Goslling se casa com Kirsten Dunst mesmo contra a vontade do pai, o que traz a tona segredos da família e trágicas consequências como o desaparecimento da jovem.


O GRANDE MENTIROSO - Frankie Muniz vive um garoto de 14 anos que sempre mente e como não entregou um trabalho na escola, diz que o pai morreu, tendo que entregar uma redação de 1000 palavras ou frequentar o temido curso de férias.



sábado, 30 de março de 2013

PARAHYBA MULHER MACHO



Direção: Tizuka Yamasaki. Com: Tânia Alves, Cláudio Marzo, Walmor Chagas, José Dumont, Osvaldo Loureiro, Grande Otelo e Chico Diaz. 83 min.

Um pouco de história do Brasil não faz mal a ninguém. Este segundo filme de Tizuka Yamasaki (Gaijin - Os caminhos da liberdade), baseado no livro Anayde Beiriz - Paixão e morte na revolução de 30 de José Joffily, que depois se tornou diretor (Quem Matou Pixote?), conta a história real de Anayde (Tânia Alves no auge de sua carreira), uma mulher liberada e à frente de seu tempo. Ela foi amante de João Dantas (Cláudio Marzo) aliado do Partido Republicano que combatia a Aliança liberal, representada por João Pessoa (Walmor Chagas). Quando a situação se torna insustentável, João Dantas assassina João Pessoa, o que desencadeou a revolução de 30.

Parahyba Mulher Macho é um misto de história do Brasil com muita sensualidade nas cenas protagonizadas por Tânia Alves e Cláudio Marzo. Ela aparece nua várias vezes e é um furacão prestes a acontecer.


A figura de Anayde é bem forte. Ela é professora de adultos no início, mas depois isso é esquecido. É também poetisa e fica declamando seus versos quando está nos braços de João Dantas; tem idéias revolucionárias sobre política, mas todas elas ficam abafadas devido ao amor que sente por ele. E como naquela época as mulheres não podiam nem votar, suas idéias ficam só nas intenções. O título do filme dá a ideia de uma mulher que faz acontecer suas vontades, mas na realidade não é bem assim. Talvez esse título seja relacionado à música "Paraíba" de Luiz Gonzaga (Paraíba masculina, mulher macho sim senhor) cantada por Tânia Alves que também é cantora. Apesar de forte, ela acaba ficando à sombra se seu amante. E dizem que na realidade, ela nem foi precursora do feminismo como se alardeava.

Com certeza é um filme interessante, mas poderia ter rendido muito mais.


quarta-feira, 27 de março de 2013

OS 50 ANOS DE XUXA



Já deixei claro aqui no blog o quanto gosto de Xuxa. Assistia todos os dias o Xou da Xuxa, comprei todos os LPs lançados, depois via todos os sábados o Xuxa Park e aos domingos o Planeta Xuxa. Vi também todos os filmes que ela fez. Sei que tem muitos que não gostam dela, mas esse espaço não é para seus detratores e sim para homenageá-la, pois hoje ela completa 50 anos.

Seu nome seria Morgana Sayonara, mas tiveram que mudar (ainda bem) por causa de uma promessa que o pai dela fez, pois ela e a mãe corriam risco de vida devido a complicações no parto. Deram-lhe então o nome de uma santa: Maria da Graça. O nome Xuxa foi dito pouco depois quando a mostraram ao seu irmão, Blad. “É a minha Xuxa!”


O sucesso começou como modelo. Seu primeiro desfile aconteceu aos 14 anos para uma butique da qual a mãe era sócia. No ano seguinte (1978), foi vista em um trem, por alguém da Editora Bloch que sabia que estavam procurando novos modelos. Em 1979, suas primeiras fotos foram publicadas na Revista Carinho. Naquele mesmo ano foi capa da revista.   Ao lado de Luiza Brunet, Xuxa consagrou-se como modelo. Participou de uma sessão de fotos para a capa da Revista Manchete, que também falava sobre Pelé. Os dois se conheceram e viveram um romance por seis anos.

Em Amor, estranho amor

O ano de 1980 foi um marco para Xuxa: foi capa de mais de 100 revistas, posou para Playboy, Status, Ele&Ela. Em 1982, foi aprovada no vestibular para Biologia na Universidade Gama Filho, mas a faculdade teria que esperar, pois seu sucesso estava apenas começando. Nesse mesmo ano, Xuxa atuou no filme Amor, estranho amor de Walter Hugo Khouri, um dos maiores arrependimentos que tem, pois nele ela vive uma prostituta que seduz um menino, sem imaginar que pouco depois se tornaria a rainha dos baixinhos. Anos depois ela proibiria a exibição do filme, fato que só aumentou a polêmica, pois muitos pensam se tratar de um filme de sexo explícito, o que não é verdade. E a protagonista nem é ela, e sim Vera Fischer.


O diretor Maurício Sherman, produtor do programa TV criança da Rede Bandeirantes, foi quem enxergou nela talento para trabalhar com crianças e a convidou para estar a frente do Clube da Criança da recém lançada TV Manchete. O programa estreou em 06/07/1983 e durou quase três anos, até a irrecusável proposta da Rede Globo para apresentar o Xou da Xuxa. O programa era líder absoluto de audiência e recebia 10.000 cartas por dia. Durou quase sete anos de imenso sucesso. O último programa foi ao ar em 31 de dezembro de 1992.


Em 1988 ela conheceu Ayrton Senna e os dois começaram a se relacionar. O romance durou até 1990, com a certeza de que se reencontrariam, mas o acidente sofrido por Senna em 1994 mudou esses planos. Em 1989 ela inaugurou a Fundação Assistencial Xuxa Meneghel que cuida de mais de 250 crianças carentes.

Em 1996 começou a namorar com o ator Luciano Szafir e no final do ano seguinte anunciou que estava grávida de Sasha. A menina nasceu em 28/07/1998.

No dia 11/01/2001, um fato traumático durante a gravação, um incêndio durante a gravação do programa Xuxa Park fez com que o programa fosse interrompido e ela continuasse apenas com o Planeta Xuxa que ainda durou alguns anos.


Xuxa voltou aos programas infantis com Xuxa no mundo da imaginação, que era exibido diariamente nas manhãs da Globo, mas como não alcanço a audiência esperada, acabou saindo do ar. Atualmente apresenta o programa Tv Xuxa, exibido nas tardes de sábado. O programa é dedicado à toda a família e não somente ao público infantil ao qual ela dedica a Coleção Xuxa só para baixinhos que já está em sua 12ª edição, sempre com grande sucesso.

Há três meses Xuxa virou notícia novamente por assumir publicamente o romance com o ator/ cantor Junno Andrade e disse que nunca imaginou que estaria namorando aos 50. Vida longa à rainha!


FILMOGRAFIA COMPLETA:


domingo, 24 de março de 2013

ERA UMA VEZ... O CINEMA MARGINAL

Paulo Villaça e Sonia Braga em O bandido da luz vermelha


O Cinema Marginal brasileiro nasceu em 1967 com “A Margem” de Ozualdo Candeias, que fala sobre as pessoas que vivem às margens do Rio Tietê (quando ele ainda não era tão poluído) e portanto, à margem da sociedade. Em seguida veio um dos filmes mais significativos dessa fase, “O bandido da luz vermelha” de Rogério Sganzerla sobre um serial killer encarnado por Paulo Villaça e trazendo uma ponta da então estreante Sonia Braga.

Esse cinema passou a ser conhecido por “udigrudi”, uma corruptela bem tupiniquim para o cinema underground que era feito em outras partes do mundo e também por marginal por falar sempre de personagens esquecidos pelo cinema convencional, inclusive a vida de bandidos e marginais.

Maria Gladys em A agonia

Primava pelo deboche com seus personagens à beira de um ataque de nervos, gritando o tempo todo (o que fazia Maria Gladys nos primeiros filmes de Julio Bressane), sempre reclamando por algo que não tinham, como comida, trabalho, amor ou qualquer outra coisa, o importante era “colocar a boca no trombone”.

Esse filão flertava também com o cinema erótico, já que nasceu quase junto com a pornochanchada e esse erotismo, mesmo que velado, buscava atrair o público às salas de cinema. Como fizeram os filmes “As libertinas” (69), “Audácia – A fúria dos desejos” (70) e principalmente “A mulher de todos” (na minha opinião, o melhor filme de Rogério Sganzerla).

Helena Ignez em A mulher de todos

Os filmes eram muito baratos e não faziam questão de disfarçar essa falta de recursos. Eram a defesa do ruim, do desprezível e do lixo e isso os tornava ainda mais marginais.

Outro filme significativo dessa época foi “Bang bang” de Andrea Tonacci, que é tão fragmentado que é difícil de decifrar, aliás isso era comum nos filmes marginais e os aproximava do cinema novo, apesar de sua semelhança ser maior com os filmes da boca do lixo, em especial as pornochanchadas, como fariam prever: “Gamal – O delírio de sexo”, “Orgia ou O homem que deu cria”, “O profeta da fome” e “Brasil ano 2000”

Renata Sorrah em Matou a família e foi ao cinema

Um diretor que iniciou carreira no cinema marginal e prossegue fazendo o mesmo tipo de filme até hoje é Júlio Bressane, que começou em 1967 com “Cara a cara”, seguido por “O anjo nasceu” e “Matou a família e foi ao cinema”, até seu último filme, “A era do rato” em 2009. O mesmo caso de Rogério Sganzerla que seguiu fazendo filmes marginais até sua morte em 2003, com algumas homenagens nunca bem explicadas ao filme inacabado de Orson Welles, “Its all true”.

Tiveram destaque também Neville D’Almeida (Jardim de guerra), Elyseu Visconti (o interessante Os monstros de Babaloo com Wilza Carla), André Luiz de Oliveira (Meteorango Kid – O herói intergaláctico), Álvaro Guimarães (Caveira my friend), Sylvio Lanna (A sagrada família) e Geraldo Veloso (Perdidos e malditos).

Em 1973, quando alguns diretores retornaram ao Brasil depois do exílio, o cinema marginal já estava dando seus últimos suspiros, a maioria desses diretores tomou outros rumos, em direção a um cinema mais comercial e consequentemente mais lucrativo.


Doe Medula Óssea: