sábado, 9 de março de 2013

33 ANOS HOJE CEDO



Quando completei 30 anos tive a impressão de que estava ficando velho, mas isso logo passou, quando percebi que eram apenas números e não faziam diferença e o que contava era como eu me sentia interiormente. Agora estou completando 33, que foi uma idade decisiva para Cristo e também será para mim.

No início tinha a impressão de que tudo seria um Mar de Rosas, mas logo percebi que não seria tão simples assim. De repente descobri que seria mais complicado do que eu imaginava, fiquei À beira da loucura, mas graças a Deus não enlouqueci e continuo feliz apesar de tudo, por incrível que pareça.



O nome Gilberto significa Ilustre Refém e não haveria um significado mais adequado. Sinto-me refém em todas as situações, refém de todas as pessoas que gosto e refém de todas as pessoas que quero que gostem de mim. Depois de um tempo eu consigo me libertar. Ou será que não? Como escreveu Renato Russo, “Sempre precisei de um pouco de atenção” e “o que eu mais queria era provar pra todo mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém.”

Às vezes fico meio indeciso. Em certos momentos me sinto muito triste, mas em outros, acho que nunca fui tão feliz. Percebi que nada é tão complicado quanto a gente pensa e que pra tudo há uma saída. Pena que às vezes ficamos muito atarantados e não conseguimos enxergá-la. Sem contar que complicamos coisas que no fundo são simples.


Quero viver muitos anos ainda. Amar todas as pessoas que cruzarem meu caminho. Fazer muitas amizades. Conhecer diversos lugares. Andar, correr, voar... Assim espero!


Doe Medula Óssea:


sexta-feira, 8 de março de 2013

FELIZ DIA DA MULHER



As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento. 

Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período. 

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações. 

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

"O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países", explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinhas.

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.



Fonte:
http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/8-marco-dia-internacional-mulher-genero-feminismo-537057.shtml



MULHERES
Toninho Geraes




Já tive mulheres de todas as cores

De várias idades de muitos amores
Com umas até certo tempo fiquei
Pra outras apenas um pouco me dei

Já tive mulheres do tipo atrevida
Do tipo acanhada, do tipo vivida
Casada carente, solteira feliz
Já tive donzela e até meretriz

Mulheres cabeças e desequilibradas
Mulheres confusas de guerra e de paz
Mas nenhuma delas me fez tão feliz como você me faz

Procurei em todas as mulheres a felicidade
Mas eu não encontrei e fiquei na saudade
Foi começando bem mas tudo teve um fim
Você é o sol da minha vida a minha vontade
Você não é mentira você é verdade
É tudo que um dia eu sonhei pra mim. 



quarta-feira, 6 de março de 2013

ERA UMA VEZ... O CINEMA NOVO

Cena de Terra em transe


O autêntico precursor do Cinema Novo foi Nelson Pereira dos Santos, com os filmes Rio 40 graus e Rio Zona Norte, apesar de Glauber Rocha em seu livro Revisão Crítica do Cinema Brasileiro dizer que ele teria começado com Humberto Mauro ainda na década de 30.

Era inimigo número 1 da chanchada, que diziam ser um cinema alienado e consequentemente despolitizado, enquanto o Cinema Novo falava da situação política do Brasil, que estava às portas de uma ditadura militar quase interminável.

Apesar de vários diretores do gênero, o nome mais reconhecido foi o de Glauber Rocha que pregava a estética da fome e o slogan “uma câmera na mão e uma idéia na cabeça”, o que era bem verdade, já que vários de seus filmes não tinham roteiro pré-establecido e contavam histórias incompreensíveis. Apesar de sua fama, não gosto de sua obra, com exceção de seu primeiro filme “Barravento”, mas seus maiores sucessos vieram depois com “O dragão da maldade contra o santo guerreiro”, “Deus e o diabo na terra do sol” e principalmente “Terra em transe”, que conseguiram prêmios internacionais, principalmente na Europa,que o acolheu na época do exílio.


Nelson Pereira dos Santos tem grande importância no gênero, além de ser seu precursor, dirigiu ainda a bela adaptação do livro de Graciliano Ramos, “Vidas secas”, “Fome de amor”, “Azyllo muito louco” e “Como era gostoso o meu francês”.

Walmor Chagas em São Paulo S/A

Chamaram atenção também: Ruy Guerra (Os fuzis), Cacá Diegues com o insuportável “Os herdeiros”, além de Leon Hirsman, Paulo César Saraceni (Porto das caixas), Davi Neves (Memória de Helena), Gustavo Dahl (O Bravo Guerreiro), Eduardo Coutinho (O homem que comprou o mundo), Luis Sérgio Person (São Paulo S/A), Arnaldo Jabor (Opinião pública), Paulo Gil Soares, Geraldo Sarno, Eduardo Escorel, Maurice Capovilla, Roberto Pires e Roberto Farias (o mais popular de todos eles).

O Cinema Novo é idolatrado por várias pessoas, principalmente os intelectuais e aqueles de classes sociais elevadas e não se pode negar a importância que teve para o cinema Brasileiro, inclusive na divulgação  do nosso cinema para o mundo, mas nunca foi um cinema popular ou que rendesse grandes bilheterias. As histórias herméticas, politizadas e às vezes incompreensíveis, afastavam o público que preferia as chanchadas, os filmes marginais ou as pornochanchadas.

Acompanho tudo no cinema brasileiro, mas o Cinema Novo nunca esteve entre meus gêneros ou períodos preferidos, apesar de ter gostado de alguns filmes e ser fã de vários cineastas daquela época.


domingo, 3 de março de 2013

ENQUANTO ISSO NA SALA DA JUSTIÇA...



Quando o meu médico disse que eu teria que fazer um transplante de medula óssea para paralisar a Doença de Krabbe, eu vasculhei a internet e descobri que a chance de encontrar um doador compatível é de 1 em 100.000, mas pode chegar a 1 em 1.000.000, dependendo da herança genética e que de uma forma ou de outra, a média de espera é de 6 meses.

Entrei para o REREME (o banco de receptores de medula óssea) em outubro do ano passado com a clara certeza de que até o mês de março desse ano, eu já teria feito o transplante, pois se a média de espera é de 6 meses, porque eu não estaria dentro da média? Vi a entrevista de Drica Moraes para o Fantástico onde ela diz que conseguiu encontrar “alguém” com dois meses e eu fiquei mais feliz ainda pois já passei a achar que eu também encontraria antes do prazo padrão.


No início do ano, uma notícia desanimadora: recebi um e-mail dizendo que até aquela data não havia sido encontrado nenhum doador compatível para mim e que os médicos tinham pedido exames de outros doadores.

Já em fevereiro o pessoal do Hemocentro pediu uma nova amostra do meu sangue para o laboratório analisar, pois meu HLA é de um tipo raro e eles querem estudá-lo. A raridade, é claro, vai fazer o tempo de espera ser maior do que eu esperava. Não vou negar que fiquei triste na hora que recebi essa notícia, mas já superei.

Parodiando o filme que não se diz filme (Isto não é um filme), ou o besteirol que se nega (Não é mais um besteirol americano), esta não é uma postagem triste, apesar de trazer notícias desanimadoras, é só para esclarecer aos amigos e leitores o que se passa por aqui, na sala da justiça, revelar que estou bem e que apesar de tudo continuo com a mesma animação de sempre e tendo a certeza de que tudo vai dar certo.



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

CAMPANHA DE INCENTIVO À LEITURA



Recebi do amigo Léo, do blog Bússola do Terror, o selo Campanha de Incentivo à Leitura.

Os convidados a participar da campanha devem:
1.     Indicar quantos livros quiser, sobre qualquer assunto.
2.     Indicar outros 10 blogs para participarem da campanha.

Como não poderia ser diferente, os livros destacados por mim são sobre cinema. Há poucos dias publiquei aqui uma postagem sobre minha coleção de livros e qualquer um deles seria uma boa opção de leitura para os cinéfilos.


Cinema brasileiro no século 21 de Franthiesco Ballerini.
Traz reflexões de cineastas, produtores, distribuidores, exibidores, artistas, críticos e legisladores sobre o rumo da cinematografia nacional, além de planilhas indispensáveis sobre os filmes brasileiros de todos os tempos que obtiveram mais de 500 mil espectadores e a bilheteria de todos os filmes lançados de 2000 a 2010.


Almanaque da música pop no cinema de Rodrigo Rodrigues.
Histórias e curiosidades das trilhas sonoras dos filmes que marcaram gerações. Para ler e depois comprar os CDs, ou baixar as músicas na internet.


Sexo, cinema e dois corpos fumegantes de Maurício Nunes.
Um guia para quem gosta de sexo e também de cinema, com um apanhado de filmes sobre essa temática e capítulos sugestivos, como seios, nudez frontal e sexo literário.

Os meus indicados são:
Janice Adja do Portal do Inferno
Guilherme Z do Acervo de Cinema
Renato Hemesat do Cine Freud
J. Bruno do Sublime Irrealidade
Renato Cinema do Cinema, a arte da emoção




segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

OS VENCEDORES DO OSCAR 2013

Daniel Day-Lewis, Jennifer Lawrence, Anne Hathaway e Christoph Waltz

Argo de Ben Affleck saiu consagrado na festa do Oscar como melhor filme, contrariando a maioria que acreditava que o prêmio seria de Lincoln. Desde 1989, um filme que não teve seu diretor indicado, não vencia o prêmio. 

Lincoln que tinha recebido 12 indicações, acabou levando apenas dois prêmios, ator (Daniel Day-Lewis que sempre foi o favorito e é o único a vencer três vezes na categoria de melhor ator) e direção de arte.


Jennifer Lawrence também era favorita como melhor atriz e tropeçou no próprio vestido quando subia ao palco para receber a estatueta. O público aplaudiu de pé.

Christoph Waltz venceu os favoritos Tommy Lee Jones (Lincoln) e Robert DeNiro (O lado bom da vida) por Django livre. O austríaco que ganhou o mesmo prêmio há três anos por Bastardos inglórios, também de Quentin Tarantino, chamou o diretor de herói.


Anne Hattaway preferiu a linha emotiva ao receber o prêmio de melhor coadjuvante por Os miseráveis, dizendo que o sonho virou realidade, se referindo à uma das músicas que canta no filme I dreamed a dream. 

Houve um empate no prêmio de melhor edição de som. Foi apenas a quinta vez que isso aconteceu nos 85 anos da cerimônia. O prêmio dividido entre 007 - Operação Skyfall e A noite mais escura. Esse foi o único prêmio do filme de Kathryn Bigelow, que em certa época chegou a ser um dos favoritos.

A festa homenageou os musicais da década, com grande parte do elenco de Os miseráveis subindo ao palco. Shirley Bassey cantou Goldfinger em homenagem aos 50 anos do agente James Bond. Adele cantou a música de 007 - Operação Skyfall que lhe rendeu o prêmio de canção original.

Além do elenco de Os miseráveis, Jennifer Hudson e Catherine Zeta-Jones também se apresentaram. O filme Chicago também foi lembrado, quando Catherine, Richard Gere, Renne Zellweger e Queen Latifah entregaram dois prêmios.


A apresentação foi de Seth MacFarlane, o criador do personagem Ted, que se revelou, como era esperado: um chato. Um vídeo irônico no início da premiação contava com a participação de Willian Shatner lamentando pela festa não ser apresentada por Amy Poehler e Tina Fey, as apresentadoras do Globo de Ouro desse ano. 


Lista completa dos vencedores:
Filme: "Argo"
Direção: Ang Lee, por "As Aventuras de Pi"
Ator: Daniel Day-Lewis, "Lincoln"
Atriz: Jennifer Lawrence, "O Lado Bom da Vida"
Ator coadjuvante: Christoph Waltz, "Django Livre"
Atriz coadjuvante: Anne Hathaway, "Os Miseráveis"
Roteiro original: "Django Livre"
Roteiro adaptado: "Argo"
Animação: "Valente"
Filme estrangeiro: "Amor" (Áustria)
Trilha sonora: "As Aventuras de Pi"
Canção original: "Skyfall", de Adele, "007 - Operação Skyfall"
Fotografia: "As Aventuras de Pi"
Figurino: "Anna Karenina"
Documentário: "Searching for Sugar Man"
Curta de documentário: "Inocente"
Edição: "Argo"
Maquiagem: "Os Miseráveis"
Direção de arte: "Lincoln"
Curta de animação: "Paperman"
Curta-metragem: "Curfew"
Edição de som: empate entre "A Hora Mais Escura" e "007 - Operação Skyfall"
Mixagem de som: "Os Miseráveis"
Efeitos visuais: "As Aventuras de Pi"



sábado, 23 de fevereiro de 2013

A HISTÓRIA DO OSCAR



Foi Louis B. Mayer, o poderoso chefão da Metro-Goldwin-Mayer quem teve a idéia de uma Academia de filmes. Em 11 de janeiro de 1927, ele e um grupo de 36 diretores e atores se encontraram no Hotel Ambassador, em Los Angeles, e decidiram criar a Academy of motion picture Arts and Sciences (Academia de Artes e Ciências do cinema). Em 19 de março, foi fundada uma organização sem fins lucrativos.

Nos seus primeiros anos, a Academia se considerava uma organização que representava os interesses  dos atores, diretores, roteiristas e produtores. A entrada na Academia sempre foi feita por convite “a qualquer pessoa que tenha realizado um trabalho importante, ou dado contribuição importante para diversos ramos da indústria, que tenha boa reputação moral e pessoal, através de votos da diretoria.” Em 1929 eram 270 sócios e em 1932 já passavam de 1200.

Clark Gable e Claudete Colbert em Aconteceu naquela noite

O primeiro filme a vencer o Oscar (1927 – 1928) foi Asas (da Paramount). E o primeiro a vencer nas cinco principais categorias foi Aconteceu naquela noite (1934), que venceu como melhor filme, diretor (Frank Capra), ator (Clark Gable), atriz (Claudete Colbert) e roteiro adaptado.  Isto só se repetiu duas outras vezes: em 1975, com Um estranho no ninho e em 1991,com O silêncio dos inocentes.

A Academia envia a seus associados um livreto com a listagem alfabética de todos os filmes que podem ser votados. São considerados filmes com mais de 30 minutos de duração, exibidos em 35 ou 70 mm, para público pagante, na área de Los Angeles, entre 1º de janeiro e a noite de 31 de dezembro do corrente ano, por um período mínimo de uma semana. Agora os associados podem votar até por e-mail.

Durante muitos anos, a festa de entrega do Oscar foi realizada numa segunda-feira, pois supunham que seria o dia de folga de muitos atores que trabalham em teatro. A partir de 21/03/1999, a festa foi transferida para o domingo, considerado o dia de maior audiência da Tv americana.

Bette Davis, uma das presidentes da Academia

Muitos já levaram a honra de ter apelidado o prêmio da Academia do Oscar. A lenda mais conhecida é a de que a bibliotecária Margareth Henrick, depois secretária executiva da Academia, quando chegou ao primeiro dia de trabalho, em 1931, olhou a estatueta e disse que a fazia lembrar de seu tio, mas Oscar na verdade era seu primo em segundo grau e não tio. Outra versão mais irônica conta que teria sido Bette Davis que foi presidente da Academia, a criadora do apelido, porque a fazia lembrar de seu marido na época, Harmon Oscar Nelson (a versão mais famosa diz que a fazia lembrar o traseiro de seu marido.

A primeira vez que o nome Oscar apareceu na imprensa, foi na coluna do jornalisita Sidney Skolsky, em 1934, referindo-se à vitória de Katharine Hepburn, mas a Academia só começou a usar oficialmente o apelido depois de 1939.

O tapete vermelho é um dos mais tradicionais da festa

A estatueta foi desenhada pelo diretor de arte da MGM, Cedrick Gibbon e esculpida por George Stanley. Ela pesa 3,9 kg e tem 34 cm de altura. Banhada em outro, é composta de 92,5% de latão e 7,5% de cobre. Para fazer uma estatueta são necessárias 12 pessoas e um trabalho de 20 horas. Até 2003 foram entregues 2.455 estatuetas.

Vamos ver quais os vencedores desse ano. A festa acontece amanhã à noite e será transmitida pelo TNT e pela Globo, depois que o famigerado Big Brother acabar.

Fonte de consulta:
O Oscar e eu de Rubens Ewald Filho