domingo, 17 de janeiro de 2016

OS ASTROS DA CHANCHADA - PARTE 2


CYLL FARNEY – Sua pinta de galã chamou a atenção de Adhemar Gonzaga que o levou para a Cinédia onde estreou em “Um beijo roubado” (1949). Em seguida participou de várias chanchadas sempre no papel do mocinho: “Aí vem o barão” (1951), “Barnabé tu és meu” (1952), “Nem Sansão, nem Dalila” (1954), “Vamos com calma” (1956), “De vento em popa” (1957), “O homem do Sputnik” (1959), “Quanto mais samba melhor” (1960) e “Entre mulheres e espiões” (1962).


ANSELMO DUARTE – Além de ator, Anselmo Duarte ficou conhecido mundialmente por ganhar a Palma de Ouro no Festival de Cannes pela direção do filme “O pagador de promessas” que venceu outros cinco prêmios internacionais, além de ter sido indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, mas antes disso, ele tinha sido o galã de várias chanchadas: “Carnaval no fogo” (1949), “Aviso aos navegantes” (1950), “Depois eu conto” (1956) e “Absolutamente certo” (1957).


RONALD GOLIAS – Estreou no cinema já no final da chanchada em “Vou te contá” (1958), fazendo em seguida “Tudo legal” (1960), “O dono da bola” (1961), “Os cosmonautas” (1962) e “O homem que roubou a copa do mundo”. Mas seu maior sucesso foi na televisão, nos humorísticos “Família Trapo”, “A praça da alegria” e “A praça é nossa” do SBT, onde atuou até sua morte.


JOHN HERBERT – foi um dos grandes galãs da chanchada, antes de fazer sucesso também na televisão, veículo no qual atua até hoje. Participou das chanchadas “Uma pulga na balança” (1953), “Matar ou correr” (1954), “Rio fantasia” (1957), “Alegria de viver” (1958), “Maria 38” (1960), “E o espetáculo continua” (1958), “A grande vedete” (1958), além de dezenas de outros filmes como ator e diretor.


WILSON GREY – Entrou para o Guiness Book como o ator com mais filmes no currículo (mais de 250), quase todos no papel de coadjuvante, com exceção de “O segredo da múmia” (1981), que lhe valeu o prêmio de melhor ator no Festival de Brasília e “A dança dos bonecos” (1986). Fez todos os papéis imagináveis, menos o de galã. Na chanchada, participou de “Carnaval Atlântida” (1952), “Balança, mas não cai” (1953), “O petróleo é nosso” (1954), “Vamos com calma” (1956), “Maluco por mulher” (1957), “Quem sabe... sabe” (1957), “E o bicho não deu” (1958), “Depois do carnaval” (1959), “Marido de mulher boa” (1960), “Eu sou o tal” (1961) e “Quero essa mulher assim mesmo” (62), dentre vários outros.


ARRELIA – Praticamente nasceu no circo, chegando a se formar advogado pela USP, mas sem exercer a profissão. Fez por mais de 20 anos o Circo do Arrelia na TV Record (1953 – 1974). Na chanchada participou de “A vida é uma gargalhada” (1950), “O homem dos papagaios” (1953), “Carnaval em lá maior” (1955), “O barbeiro que se vira” (1957) e “Na corda bamba” (1958).


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

NETFLIX FATURA ALTO EM 2015


O Netflix está crescendo mês após mês aqui no Brasil e, com cada vez mais anunciantes, seu faturamento já surpreende muita gente. De acordo com o colunista Ricardo Feltrin, a empresa levou algo em torno de R$ 1,1 bilhão em 2015.
Hoje, ela conta com cerca de 4 milhões de assinantes no país, e faturou cerca de R$ 250 milhões a mais do que a previsão mais otimista de faturamento do SBT, uma das maiores emissoras de TV aberta, no ano passado (R$ 850 milhões).
Esses dados do Netflix mostram ainda que o seu faturamento foi quase o triplo do previsto pelo mercado para a Band no ano passado (algo em torno de R$ 450 milhões), mesmo se tratando de um serviço pago pelos seus usuários.

As emissoras faturaram menos em 2015, e a TV paga também perdeu boa parte dos assinantes, mas o Netflix seguiu um caminho oposto e só fez crescer, onde nenhuma crise pareceu afetar o seu serviço na veiculação de filmes e séries.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

OS VENCEDORES DO GLOBO DE OURO 2016


O Globo de Ouro fez valer sua tradição de premiação que foge do comum neste domingo (10). Entre um início cheio de surpresas e um final que seguiu mais os favoritos, o evento da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood escolheu “O regresso” como o grande campeão da noite nos cinemas e “Mr. Robot” e “Mozart in the jungle” como as séries do ano.

"O regresso" foi o longa com o maior número de troféus, escolhido nas categorias de melhor diretor (Alejandro G. Inárritu), melhor ator (Leonardo DiCaprio) e melhor filme dramático.

"Perdido em Marte" conseguiu duas vitórias nas categorias principais, mas não concorreu diretamente com os maiores favoritos. O longa de Ridley Scott levou os prêmios de melhor ator (Matt Damon) e melhor filme de comédia ou musical (o próprio cineasta estranhou a categorização ao subir ao palco -- "Comédia?").

"Steve Jobs" também levou dois Globos de Ouro. A história do criador da Apple foi escolhida como melhor roteiro, e a atuação de Kate Winslet lembrada como melhor atriz coadjuvante.

"O quarto de Jack" e "Joy: o nome do sucesso" ganharam seus prêmios na força de suas protagonistas. Brie Larson, estrela da história sobre uma mãe que cria o filho em um cativeiro após ser sequestrada, foi escolhida melhor atriz em filme dramático. Já Jennifer Lawrence ganhou seu terceiro Globo de Ouro, desta vez como melhor atriz em filme de comédia ou musical.

Um dos grandes momentos da noite foi a vitória de Sylvester Stallone na categoria de melhor ator coadjuvante em um longa metragem por sua participação em "Creed: nascido para lutar". O ator recebeu uma ovação de pé dos convidados da premiação.
Entre os esquecidos o mais notável é o caso de "Carol". Com cinco indicações, o filme estrelado por Cate Blanchett e Rooney Mara (duas favoritas na categoria de melhor atriz dramática) ficou sem troféus. "Spotlight - segredos revelados", indicado em três categorias, também não foi lembrado.

A cerimônia da 73ª edição do Globo de Ouro é uma das principais premiações de Hollywood anteriores ao Oscar. Na próxima terça-feira (12) conheceremos os indicados ao prêmio do Sindicato dos Diretores e, na quinta-feira (14), ficaremos sabendo quem concorre ao prêmio da Academia.

Telinha

Entre as séries indicadas, as grandes vencedoras da noite foram "Mr. Robot", ganhadora nas categorias de melhor série dramática e de melhor ator coadjuvante (Chris Slater), e "Mozart in the jungle", escolhida como melhor série de comédia ou musical e melhor ator em série de comédia ou musical (Gael García Bernal).


Jon Hamm acabou confirmando a previsão de Wagner Moura no tapete vermelho e recebeu o Globo de Ouro de melhor ator em série dramática por sua atuação como Don Draper na temporada final de "Mad Man".

Com isso, o ator brasileiro não ganhou um troféu, mas antes da premiação já havia afirmado que estar ali "já é bom demais". 

Nas categorias de atuação feminina, quatro surpresas. Taraji P. Henson ganhou como melhor atriz em série dramática por sua performance em "Empire". Em comédia, a escolhida foi Rachel Bloom, da série estreante "Crazy ex-girlfriend". Entre minisséries ou filmes feitos para TV, a cantora Lady Gaga foi a melhor atriz por sua participação em "American horror story". Fechando a quadra de azarões, Maura Tierney, de "The affair", foi a melhor atriz coadjuvante.

A premiação deste ano ficou marcada como a primeira vez que o Netflix superou a HBO em número de indicações - oito contra sete. Também foi a primeira vez que o canal de TV por assinatura não é o mais indicado desde o ano 2000.

Mesmo assim, o serviço de streaming de vídeos não recebeu um troféu sequer, superado por um concorrente direto. A Amazon, que apresenta há menos tempo produções próprias, levou dois prêmios na noite (ambos por "Mozart in the jungle").


CINEMA
Melhor filme de drama
O Regresso

Melhor ator em filme dramático
Leonardo DiCaprio – O Regresso

Melhor atriz em filme dramático
Brie Larson – O Quarto de Jack

Melhor diretor
Alejandro González Iñárritu – O Regresso

Melhor filme de comédia ou musical
Perdido em Marte

Melhor ator em comédia ou musical
Matt Damon – Perdido em Marte

Melhor atriz em comédia ou musical
Jennifer Lawrence – Joy: O Nome do Sucesso

Melhor ator coadjuvante
Sylvester Stallone – Creed: Nascido para Lutar

Melhor atriz coadjuvante
Kate Winslet – Steve Jobs

Melhor roteiro
Steve Jobs

Melhor animação
Divertida Mente

Melhor trilha sonora
Os 8 Odiados

Melhor canção original
“Writing’s On The Wall” – 007 Contra Spectre

Melhor filme estrangeiro
O Filho de Saul (Hungria)

TV

Melhor série dramática
Mr. Robot

Melhor série cômica
Mozart in the Jungle

Melhor ator em série dramática
Jon Hamm – Mad Men

Melhor atriz em série dramática
Taraji P. Henson – Empire

Melhor ator em série de comédia
Gael Garcia Bernal – Mozart In The Jungle

Melhor atriz em série de comédia
Rachel Bloom – Crazy Ex-Girlfriend

Melhor ator em minissérie ou telefilme
Oscar Isaac – Show Me A Hero

Melhor atriz em minissérie ou telefilme
Lady Gaga – American Horror Story: Hotel

Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou telefilme
Christian Slater – Mr. Robot

Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou telefilme
Maura Tierney – The Affair

Melhor minissérie ou telefilme
Wolf Hall


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

OS VENCEDORES DO PEOPLE'S CHOICE AWARDS 2016

Vin Diesel

"Velozes e furiosos 7", Taylor Swift, Melissa McCarthy e a série de TV "The Big Bang Theory" foram os grandes vencedores do People's Choice Awards 2016, que aconteceu em Los Angeles, nos Estados Unidos, na noite desta quarta-feira (6).

Os prêmios do People’s Choice Awards são escolhidos por fãs que votam online em categorias que abrangem filmes, programas de TV e música. Mais de 200 milhões de pessoas votaram nesta edição, disse a anfitriã da noite, Jane Lynch, estrela do seriado “Glee”.

Vin Diesel que subiu ao palco para receber os prêmios de Melhor Filme e Melhor Filme de Ação, prometeu não chorar ao fazer homenagem ao colega de elenco Paul Walker, morto durante as filmagens do filme, mas não conseguiu se conter e ficou muito emocionado. E ao falar de como foi ter de encerrar o filme em meio à tragédia, Vin cantou a música "See you again" composta em homenagem ao ator.

Veja os vencedores nas principais categorias:
CINEMA
Filme favorito

"Velozes e furiosos 7"

Ator favorito
Channing Tatum

Atriz favorita
Sandra Bullock

Filme de ação favorito
"Velozes e furiosos 7"

Ator favorito de filme de ação
Chris Hemsworth

Atriz favorita de filme de ação
Shailene Woodley

Comédia favorita
"A escolha perfeita 2"

Ator favorito de comédia
Kevin Hart

Atriz favorita de comédia
Melissa McCarthy

Drama favorito
"Perdido em Marte"

Ator favorito de drama
Johnny Depp

Atriz favorita de drama
Dakota Johnson

Filme favorito para a família
"Minions"

Suspense favorito
"Busca Implacável 3"

Elenco da série The Big Bang Theory recebe o prêmio de melhor série


TELEVISÃO
Série favorita
"The Big Bang Theory"


Comédia favorita da TV aberta americana
"The Big Bang Theory"



Ator favorito de comédia
Jim Parsons



Atriz favorita de comédia
Melissa McCarthy



Drama favorito da TV aberta americana
"Grey's Anatomy"



Ator favorito de drama
Taylor Kinney



Atriz favorita de drama
Ellen Pompeo



Drama policial favorito
"Person of Interest"



Ator favorito de drama policial
Nathan Fillion



Atriz favorita de drama policial
Stana Katic



Série favorita de streaming
"Orange is the New Black"

Taylor Swift


MÚSICA
Artista favorito
Ed Sheeran


Artista favorita
Taylor Swift

Grupo favorito
Fifth Harmoy

Revelação favorita
Shawn Mendes

Artista country favorito
Blake Shelton

Artista country favorita
Carrie Underwood

Grupo country favorito
Lady Antebellum

Artista pop favorita
Taylor Swift

Artista de hip-hop favorito
Nicki Minaj

Artista de R&B favorito
The Weeknd

Álbum favorito
"Title", de Meghan Trainor

Música favorita
"What Do You Mean?", de Justin Bieber

Ícone da música favorito
Madonna

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

OS ASTROS DA CHANCHADA


Ao contrário da pornochanchada, onde as atrizes conseguiram maior destaque que os atores, na chanchada foram eles que fizeram longa carreira, quase que totalmente no gênero:

OSCARITO (Oscar Lorenzo Jacinto de la Imaculada Concepción Tereza Dias) formou com Grande Otelo a dupla mais famosa da chanchada, onde estreou em “A voz do Carnaval” (1933) ao qual se seguiram “Alô, alô Carnaval” (1936), “Banana da terra” (1938), “Este mundo é um pandeiro” (1947), “E o mundo se diverte” (1948), “Carnaval no fogo” (1949), “Aviso aos navegantes” (1950), “Barnabé tu és meu” (1952), “Matar ou correr” (1954), “Nem Sansão, nem Dalila” (1954), “De vento em popa” (1957), “Esse milhão é meu” (1958), “Pintando o sete” (1959), “Dois ladrões” (1960) e “Entre mulheres e milhões” (1962).


GRANDE OTELO - teve uma longa carreira que durou quase sessenta anos e uma centena de filmes nos mais variados gêneros, passando da chanchada ao cinema novo, cinema marginal e até as pornochanchadas. Estreou em “Noites cariocas” (1935) e depois atuou em “Laranja da China” (1940), “Samba em Berlim” (1943), “Este mundo é um pandeiro” (1947) que foi a primeira parceria com Oscarito, “O caçula do barulho” (1949), “Aviso aos navegantes” (1950), “Carnaval Atlântida” (1952), “Amei um bicheiro” (1953), “Matar ou correr” (1954), “Depois eu conto” (1955), “A baronesa transviada” (1957), “É de chuá” (1958), “Mulheres à vista” (1959), “Vai que é mole” (1960), “Os cosmonautas” (1962) e “Quero essa mulher assim mesmo” (1962).


ANKITO – Depois de longa carreira circense, estreou em “É fogo na roupa” (1952) e mais “Os três recrutas” (1953), “Angu de caroço” (1955), “De pernas pro ar” (1957), “E o bicho não deu” (1958), “Pé na tábua” (1959), “Sai dessa recruta” (1960) e “Um candango na belacap” (1960). Foi um dos maiores cômicos brasileiros, atuando em seguida esporadicamente na televisão e em outros gêneros de filmes.


JOSÉ LEWGOY – É considerado o grande vilão da chanchada, mas participou de filmes de todas as fases do cinema brasileiro e até do cinema internacional no qual fez com Werner Herzog “Fitzcarraldo” e “Cobra verde”. Estreou em “Carnaval no fogo” (1949 e fez depois “Aviso aos navegantes” (1950), “Aí vem o barão” (1951), “Barnabé tu és meu” (1952), “Amei um bicheiro” (1953), “Carnaval em Caxias” (1954) e “Matar ou morrer” (1954). Seu último filme foi “Apolônio Brasil, campeão da alegria” (2003) de Hugo Carvana, que era uma espécie de homenagem à chanchada.


ZÉ TRINDADE – Baixinho, gordinho, o bigode fininho marcando um rosto safado, criou as frases “Meu negócio é mulher” e “Mulheres cheguei”, que fazem o típico malandro. Seu segundo filme foi a chanchada “Fogo na canjica” (1948) e depois “Agüenta firme Isidoro” (1950), “Trabalhou bem, Genival” (1955), “Tira a mão daí” (1956), “Agüenta o rojão” (1958), “Massagista de madame” (1959), “Marido de mulher boa” (1960), “Mulheres, cheguei” (1961) e “Bom mesmo é carnaval” (1961). Trabalhou também na televisão (Memórias de um gigolô – 1986) e gravou 25 discos de música nordestina com trovas e pensamentos.


COSTINHA (Lírio Mário da Costa) nasceu em 1923, fez quase 50 filmes e grande sucesso na televisão, onde participou da “Escolinha do Professor Raimundo”. Teve sete filhos, três adotivos. Destacou-se em “Agüenta firme, Isidoro” (1950), “O rei do samba” (1952), “Angu de caroço” (1955), “O rei do movimento” (1955), “Sai de baixo” (1956), “Com jeito vai” (1957), “De pernas pro ar” (1957), “Sherlock de Araque” (1958), “Massagista de madame” (1959), “Entrei de gaiato” (1960), “O dono da bola” (1961), “007 ½ no carnaval” (1966) e a chanchada fora do tempo: “Como ganhar na loteria sem perder a esportiva” (1971).


Continua...

sábado, 2 de janeiro de 2016

2015: UM ANO DE FILMES NACIONAIS


Decidi no início de 2015, que esse seria um ano dedicado ao cinema nacional (mais até do que os outros). Via as notícias sobre o market share do nosso cinema (que é a porcentagem do número de ingressos vendidos para os filmes nacionais em relação aos filmes estrangeiros) no ano de 2014 ficou em 12,2% e em 2015, deve fechar com pouco mais que isso. 

Então decidi que o meu "market share" seria de mais de 90%. E acabei fechando o ano com  95,02%. Dos 562 filmes que assisti no ano de 2015, 534 foram nacionais e 28 estrangeiros. Abri mão de ver muitos lançamentos americanos, mesmo nos cinemas para ver os filmes nacionais, pois como todos sabem, isso me dá muito prazer. 

Acabei descobrindo os telefilmes (exibidos pela Rede Globo no início do ano, como O canto da sereia, O pagador de promessas, Maysa - Quando fala o coração, Presença de Anita). Redescobri as chanchadas, com filmes muito engraçados como Os três cangaceiros, O homem do Sputnik, De vento em popa, Na corda bamba... e vi documentários sobre temas inimagináveis, como o show de Paulo Miklos com músicas de Noel Rosa (A alma roqueira de Noel), a Copa do mundo de futebol de 1994 (Todos os corações do mundo), sobre os mal tratos com os animais nas pesquisas científicas (Não matarás - Os animais e os homens nos bastidores da ciência), além de documentários sobre Mário Lago, Maria Gladys, Glauber Rocha, Celso Furtado, Oscar Niemeyer, Roberto Marinho, Ziraldo... Sem contar os grandes sucessos de bilheteria nos cinemas como Loucas para casar, Vai que cola, Meu passado me condena 2, Carrossel - O filme, Que horas ela volta? (foto) e tantos outros. 

Talvez agora eu veja os filmes americanos que perdi no ano passado. Ou será que não?