quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

OS VENCEDORES DO FESTIVAL DE BERLIM


Juliete Binoche entrega o prêmio ao cineasta Navad Lapid

Foram anunciados no dia 16/02, os vencedores do 69º Festival de Berlim. Neste ano, o júri foi presidido pela atriz Juliette Binoche e o Urso de Ouro, prêmio máximo do evento, foi entregue para o drama Synonymes, dirigido pelo israelense Nadav Lapid. O curta-metragem brasileiro Rise, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, também foi premiado.

Além dos grandes vencedores, também foram anunciados, anteriormente, os premiados pelo júri independente, como o Teddy Award, que elege os melhores filmes com temática LGBT. O Prêmio Amnesty, que tem como objetivo chamar a atenção do público e representantes do setor cinematográfico para o tema dos direitos humanos e encorajar os cineastas a abordá-lo, foi entregue para o documentário brasileiro Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai, que também recebeu o Peace Film Prize, que coroa uma produção que se destaca com uma poderosa mensagem de paz e execução estética habilidosa dos seus temas.

O longa de Eliza Capai apresenta as lutas estudantis no ponto de vista de três jovens ex-secundaristas que participaram das ocupações de escolas paulistas em 2015: Lucas “Koka”, Marcela Jesus e Nayara Souza. Além disso, conta com material inédito, reportagens da época e imagens de arquivo das marchas e ocupações.

Espero tua (re)volta

Conheça os vencedores do Festival de Berlim 2019:
COMPETIÇÃO OFICIAL | LONGA-METRAGEM:
URSO DE OURO | MELHOR FILME: Synonymes (Synonyms), de Nadav Lapid(França/Israel/Alemanha)

URSO DE PRATA | GRANDE PRÊMIO DO JÚRI: Grâce à Dieu (By the Grace of God), de François Ozon (França)

URSO DE PRATA | PRÊMIO ALFRED BAUER: Systemsprenger (System Crasher), de Nora Fingscheidt (Alemanha)

URSO DE PRATA | MELHOR DIREÇÃO: Angela Schanelec, por Ich war zuhause, aber (I Was at Home, but)

URSO DE PRATA | MELHOR ATRIZ: Yong Mei, por Di jiu tian chang (So Long, My Son) 

URSO DE PRATA | MELHOR ATOR: Wang Jingchun, por Di jiu tian chang (So Long, My Son)

URSO DE PRATA | MELHOR ROTEIRO: La paranza dei bambini (Piranhas), escrito por Maurizio Braucci, Claudio Giovannesi e Roberto Saviano

URSO DE PRATA | MELHOR CONTRIBUIÇÃO ARTÍSTICA: Rasmus Videbæk pela direção de fotografia de Ut og stjæle hester (Out Stealing Horses), de Hans Petter Moland

COMPETIÇÃO OFICIAL | CURTA-METRAGEM:
URSO DE OURO | MELHOR CURTA: Umbra, de Florian Fischer e Johannes Krell (Alemanha)

URSO DE PRATA | PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Blue Boy, de Manuel Abramovich(Argentina/Alemanha)

PRÊMIO AUDI: Rise, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca (Brasil/EUA/Canadá)

PRÊMIO AUDI | MENÇÃO ESPECIAL: Omarska, de Varun Sasindran (França)
Curta-metragem indicado ao European Film Awards: Suc de síndria (Watermelon Juice), de Irene Moray (Espanha)

PRÊMIO GWFF | MELHOR FILME DE ESTREIA: Oray, de Mehmet Akif Büyükatalay (Alemanha)

PRÊMIO GLASHÜTTE | DOCUMENTÁRIO ORIGINAL: Talking About Trees, de Suhaib Gasmelbari (França/Sudão/Alemanha/Chade/Qatar)

MOSTRA PANORAMA | PRÊMIO DO PÚBLICO:
MELHOR FILME DE FICÇÃO: 37 Seconds, de HIKARI (Japão)
2º lugar: Šavovi (Stitches), de Miroslav Terzić (Sérvia/Eslovênia/Croácia/Bósnia e Herzegovina)
3º lugar: Buoyancy, de Rodd Rathjen (Austrália)

MELHOR DOCUMENTÁRIO: Talking About Trees, de Suhaib Gasmelbari
2º lugar: Midnight Traveler, de Hassan Fazili (EUA/Reino Unido/Qatar/Canadá)
3º lugar: Shooting the Mafia, de Kim Longinotto (Irlanda/EUA)

PRÊMIO FIPRESCI:
Competição Oficial: Synonymes (Synonyms), de Nadav Lapid
Panorama: Dafne, de Federico Bondi (Itália)

Forum 2018: Die Kinder der Toten, de Kelly Copper e Pavol Liska (Áustria)

JÚRI ECUMÊNICO:
Competição Oficial: Gospod postoi, imeto i’ e Petrunija (God Exists, Her Name Is Petrunya), de Teona Strugar Mitevska (Macedônia/Bélgica/Eslovênia/Croácia/França)
Panorama: Buoyancy, de Rodd Rathjen (Austrália)

Panorama | Menção Especial: Midnight Traveler, de Hassan Fazili (EUA/Reino Unido/Qatar/Canadá)

Forum 2018: Erde (Earth), de Nikolaus Geyrhalter (Áustria)

PRÊMIO TEDDY:
Melhor Filme: Breve historia del planeta verde (Brief Story from the Green Planet), de Santiago Loza (Argentina/Alemanha/Brasil/Espanha)

Melhor Documentário: Lemebel, de Joanna Reposi Garibaldi (Chile/Colômbia)

Melhor Curta-metragem: Entropia, de Flóra Anna Buda (Hungria)

Prêmio Especial do Júri: A Dog Barking at the Moon, de Xiang Zi (China/Espanha)
Teddy Award Especial: Falk Richter

PRÊMIO AMNESTY | FILME INTERNACIONAL: Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai (Brasil)

URSO DE OURO HONORÁRIO: Charlotte Rampling


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

OS VENCEDORES DO OSCAR 2019

Equipe e elenco de Green Book - O guia


A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood entregou ontem o Oscar 2019.  "Green Book: o Guia" levou três prêmios para casa, entre eles o principal da noite, o de melhor filme. "Bohemian Rhapsody" foi o maior vencedor da noite, com quatro Oscars, sendo o principal de melhor ator para Rami Malek. "Roma" ganhou três estatuetas, entre elas melhor diretor e melhor filme estrangeiro. "Pantera Negra" também saiu com três prêmios.  Outro destaque da noite foi Lady Gaga ganhando o Oscar de melhor canção original por "Shallow", de "Nasce Uma Estrela", depois de uma apresentação emocionante da música ao lado de Bradley Cooper.

Confira todos os  vencedores:
Melhor Filme
"Green Book: O guia"

Ator
Rami Malek ("Bohemian Rhapsody")

Atriz
Olivia Colman ("A Favorita")

Diretor
Alfonso Cuarón ("Roma")


Atriz coadjuvante
Regina King - "Se a rua Beale falasse"

Trilha sonora original
"Pantera Negra"

Ator coadjuvante
Mahershala Ali – "Green Book - O guia"


Roteiro adaptado
"Infiltrado na Klan"

Roteiro original
"Green Book - O guia"

Edição
"Bohemian Rhapsody"

Fotografia
"Roma"

Filme de língua estrangeira
"Roma"


Melhor animação
"Homem-Aranha no Aranhaverso"

Canção original
"Shallow", "Nasce uma estrela"

Figurino
"Pantera Negra"

Curta-metragem
"Skin"

Edição de som
"Bohemian Rhapsody"

Mixagem de som
"Bohemian Rhapsody"

Curta de animação
"Bao"

Direção de arte
"Pantera Negra"

Efeitos visuais
"O primeiro homem"

Maquiagem e penteado
"Vice"

Documentário
"Free Solo"

Documentário curta-metragem
"Absorvendo o tabu"

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

MOSTRA "O AMOR, A MORTE E AS PAIXÕES"

Cena do filme Happy Hour


Ontem foi dada a largada para mais uma edição da maratona cinéfila mais tradicional de Goiânia: “O Amor, a Morte e as Paixões” que chega à sua 12ª edição e de casa nova. O evento será no Banana Shopping, no Centro de Goiânia.

“Happy Hour” (Brasil, Argentina, 2017), filme do diretor Eduardo Albergaria que tem o ator global Pablo Morais (nascido em Goiânia) no elenco, abriu a programação da mostra. O ator e o diretor estiveram no coquetel para convidados e em seguida apresentaram a sessão de abertura da mostra.

Chay Suede em Minha fama de mau

Nesta edição, a mostra contará com 86 filmes (79 longas e 7 curtas) de 26 países, distribuídos em 347 sessões (23 por dia), sendo 4 estreias em Goiânia, 7 nacionais e 9 filmes ainda inéditos no circuito brasileiro. Dentre os destaques do cinema nacional, "Minha Fama de Mau", com Chay Suede, Gabriel Leone, Malu Rodrigues. O filme é uma cinebiografia sobre o Erasmo Carlos e a Jovem Guarda. O documentário goiano "Parque Oeste", da Violeta Filmes e e Goyaz Filmes, também será exibido e mostrará a reconstrução da vida de uma mulher após ser vítima da desocupação do Parque Oeste Industrial.

Filmes indicados ao Oscar, como "Roma", "Green Book", "Guerra Fria" e "Assunto de Família", também fazem parte da programação. Outra escolha foi a biografia "Colette", com Keira Knightley, Dominic West e Eleanor Tomlinson. O filme retrata a vida da romancista francesa.

Ingressos de 21 de fevereiro a 6 de março

R$ 12 a meia entrada (todos pagam meia), à venda na bilheteria do Cinema Lumière Banana Shopping
Passaporte Ouro: R$ 270 (30 ingressos)
Passaporte Prata: R$ 200 (20 ingressos)
Passaporte Bronze: R$ 110 (10 ingressos)
Filiados à Unimed, ADUFG, APUC, SINPRO-GO e Clube O Popular: R$ 10 (necessário apresentar a carteirinha e um documento de identificação pessoal com foto)
Vendas: Bilheteria Cinema Lumière – Banana Shopping (Goiânia – GO) I Site oficial da Mostra www.cinemaslumiere.com.br/mostra


terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

OS VENCEDORES DO BAFTA 2019, O OSCAR BRITÂNICO



Os vencedores do BAFTA 2019 (British Academy of Film and Television Arts Awards), premiação considerada o "Oscar Britânico", foram anunciados no último domingo (10). A Favorita fez jus ao nome e foi quem mais conquistou estatuetas -- foram 12 indicações e sete vitórias. Por outro lado, Roma, que levou um total de quatro prêmios, venceu como Melhor Filme, a principal categoria da noite.

Homem-Aranha no Aranhaverso ganhou mais uma vez como Melhor Animação e chega como forte favorito ao Oscar deste ano. Em outras categorias principais, Rami Malek desbancou Christian Bale como Melhor Ator e Alfonso Cuáron venceu como Melhor Diretor.

Abaixo, confira todos os vencedores:
Melhor Filme
Roma

Melhor Filme Britânico
A Favorita

Melhor Filme de Língua Não-Inglesa
Roma

Melhor documentário
Free Solo

Melhor Longa Animado
Homem-Aranha no Aranhaverso

Melhor Diretor
Alfonso Cuarón, Roma

Melhor Roteiro Original
A Favorita

Melhor Roteiro Adaptado
Infiltrado na Klan

Melhor Atriz
Olivia Colman, A Favorita


Melhor Ator
Rami Malek, Bohemian Rhapsody

Melhor Atriz Coadjuvante
Rachel Weisz, A Favorita

Melhor Ator Coadjuvante
Mahershala Ali, Green Book: O Guia

Melhor Fotografia
Roma

Estrela em Ascensão
Letitia Wright


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

BIBI FERREIRA MORRE AOS 96 ANOS



A atriz e cantora Bibi Ferreira, diva dos musicais brasileiros, morreu nesta quarta-feira (13), aos 96 anos, no Rio. Também apresentadora, diretora e compositora, ela foi um dos maiores fenômenos artísticos do país.

Segundo Tina Ferreira, filha única de Bibi, a artista morreu no início da tarde em seu apartamento no Flamengo, Zona Sul do Rio. A atriz acordou e a enfermeira que a acompanhava percebeu que o batimento cardíaco estava baixo e, por isso, chamou um médico. Tina acredita que a mãe morreu dormindo.

"Ela amanheceu normal, acordou tomou seu café da manhã e tudo. Depois ela só se queixou que estava se sentindo um pouco com falta de ar. Então como tem enfermeira, tem tudo, tiramos a pressão, o pulso estava fraco. Imediatamente chamamos o Pró-Cardíaco. Eles vieram muito rápido, muito rápido mesmo, ambulância, médico, tudo, mas quando chegaram ela já tinha partido. Ela morreu dormindo, tranquila", explicou Tina.

Bibi Ferreira era uma artista completa: atriz, cantora, diretora e compositora. Foram 77 anos de uma carreira intensa e inesquecível.

Dizer que Bibi Ferreira passou a vida inteira no palco não é nenhum exagero. Afinal, quando estreou no teatro ela tinha apenas 24 dias de vida. Talvez fosse um sinal do destino, a bebê ter sido escalada para substituir às pressas uma boneca.

A menina Abigail, filha do ator Procópio Ferreira e da bailarina espanhola Aída Izquierdo, não tinha como escapar da vida artística, mesmo não gostando muito da ideia.

“O teatro não me chamava atenção, de maneira nenhuma. Não tinha a mínima ideia de que seria atriz de comédia. Mas a mamãe, que queria que ficar perto do papai, inventou que eu tinha que ser de palco”.

E assim, ela estreou como atriz profissional ao lado do pai.


Bibi Ferreira ainda era uma jovem atriz quando criou a própria companhia de teatro e levou para o elenco nomes como Cacilda Becker e Maria Della Costa.

Na verdade, atriz era pouco, Bibi era uma artista completa: atuava, tocava, dançava, dirigia, compunha e cantava.

“O importante no canto está tudo aqui. Saber respirar, respirar e ir em frente."
E se revelou uma das mais incríveis atrizes de musicais do Brasil.

Elegeu o trabalho mais marcante da carreira: foi na peça “Gota 'água”, escrita por Chico Buarque e pelo marido Paulo Pontes, que morreu enquanto estava em cartaz. O musical - adaptação de uma tragédia grega para o cotidiano da vida brasileira - fez sucesso nos anos 70 em plena ditadura militar.

Depois de encenar “Gota d'água”, Bibi Ferreira se afastou dos palcos. Considerava a peça uma obra-prima e dizia que que só voltaria ao teatro se fosse para interpretar um texto tão bom quanto aquele.

Ficou oito anos fora de cena até que a história triste de uma mulher forte convenceu Bibi a voltar aos palcos. Era o início da relação entre Bibi Ferreira e a personagem que ela interpretou por quase três décadas: a cantora francesa Edith Piaf.

Da música francesa para os fados portugueses. Bibi também interpretou a cantora Amália Rodrigues.

Também homenageou o cantor preferido: Frank Sinatra.

Sem dúvida, a maior diva dos musicais brasileiros. A vida pessoal não foi menos intensa: casou oito vezes e teve uma única filha. Com ela e com a neta, chegou a dividir o palco.

Celebrou a vida em frente às luzes e cenários sem dar sinais de que a idade a faria brilhar menos. Aos 80 anos, mantinha a alegria, os cuidados com a voz e a disposição.

“Eles pensam que a gente está com tanta idade, e que está coisa caquética e que não está dando conta do recado. E aí é quando eu surpreendo”.

Aos 95 anos ainda estava no palco com o espetáculo “Bibi - Por toda a minha vida”, um espetáculo em que relembrava histórias e canções que marcaram a carreira. A voz continuava firme e o amor pelo teatro mais vivo do que nunca.

“Se você me perguntasse o que eu consegui com a minha carreira, fama, isso e aquilo, eu acho que é credibilidade. Tudo que eu fiz eu tentei fazer bem feito, com dignidade, acho isso muito importante na vida”.

A última aparição pública não foi no palco, mas na plateia, de onde Bibi assistiu a própria vida recontada no musical. Uma vida que merece todos os aplausos.



terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

OS VENCEDORES DO GRAMMY AWARDS 2019

Kacey Musgraves recebeu o prêmio de álbum do ano


Apresentado pela 15 vezes vencedora do Grammy, Alicia Keys, a premiação deu passos para diversificar os indicados ao longo do ano passado, com as mulheres tomando o centro das atenções na cerimônia. Neste ano, 15 artistas femininas foram nomeadas nas quatro categorias principais – Álbum do Ano, Canção do Ano, Gravação do Ano e Melhor Novo Artista – que se expandiram para criar “mais oportunidades para uma ampla gama de reconhecimento”.

A estréia de rapper Cardi B, Invasion of Privacy, Brandi Carlile, By the Way, I Forgive You, e o álbum auto-intitulado de HER, todos receberam grandes prêmios – a rapper nascida no Bronx fez história na cerimônia – mas foi Kacey Musgraves, que saiu com o Álbum do Ano. A vitória é particularmente impressionante, devido à reação contra o presidente da Recording Academy, Neil Portnow, que disse aos repórteres depois da cerimônia do ano passado que as mulheres precisavam “subir o nível” em ordem para serem reconhecidas.
A cantora Alessia Cara foi a única mulher a receber um Grammy Award solo na cerimônia do ano passado de Melhor Novo Artista.

Os rappers Kendrick Lamar e Drake foram os favoritos para a noite com oito e sete indicações, respectivamente, mas Donald Glover reinou supremo, pegando troféus para Gravação do Ano e Música do Ano.

Confira a lista de vencedores abaixo.
Álbum do Ano: “Golden hour” – Kacey Musgraves

Gravação do Ano: “This Is America” – Childish Gambino

Melhor Canção: “This Is America” – Childish Gambino

Melhor Artista Novo: Dua Lipa

Melhor Performance Pop de Duo ou Grupo: Lady Gaga e Bradley Cooper – “Shallow”

Melhor Disco de Country: “Golden Hour” – Kacey Musgraves

Melhor Música de Rap: “God’s Plan” – Drake

Melhor Disco de R&B: “Her” – H.E.R.

Melhor Disco de Rap: “Invasion of Privacy” – Cardi B

Melhor Álbum de Comédia: “Equanimity & The Bird Revelation” – Dave Chapelle

Melhor Álbum de Teatro Musical: “The Band’s Visit” – The Band’s Visit

Melhor Álbum de Música Alternativa: “Colors” – Beck

Melhor Composição Instrumental: “Blut Und Boden (Blood and Soil)” – Terence Blanchard

Melhor Engenharia de Som de Álbum Não-Clássico: “Colors” – Beck

Melhor Álbum Instrumental Pop: “Steve Gadd Band” – Steve Gadd

Melhor Compilação de Trilha Sonora para Mídia Visual: “The Greatest Showman” – “O Rei do Show”

Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual: “Pantera Negra” – Ludwig Goransson (compositor)

Melhor Canção Composta para Mídia Visual: “Shallow” – Lady Gaga, Mark Ronson, Anthony Rossomando e Andrew Wyatt

Melhor Álbum Folk: “All ashore” – Punch Brothers

Melhor Álbum de Pop Latino: “Sincera” – Claudia Brant

Melhor Clipe: “This is America” – Childish Gambino

Melhor Vídeo Musical Longo: “Quincy” – Quincy Jones, Alan Hicks e Rashida Jones

Melhor Performance Solo de Pop: “Joanne (Where do you think you’re goin’?)” – Lady Gaga

Melhor Álbum Pop Vocal: “Sweetener” – Ariana Grande

Melhor Gravação Dance: “Electricity” – SilkCity e Dua Lipa (com participação de Diplo)

Melhor Performance de Rock: “When Bad Does Good” – Chris Cornell (prêmio póstumo)

Melhor Performance Rap/Sung: “This Is America” – Childish Gambino

Melhor Álbum de Rock: “From The Fires” – Greta Van Fleet

Melhor Canção de Rock: “Masseduction” – St. Vincent (compositores: Jack Antonoff e Annie Clark)

Melhor Performance de Rap: “King’s Dead” – Kendrick Lamar, Jay Rock, Future e James Blake; “Bubblin” – Anderson Paak

Produtor do Ano, Não-Clássico: Pharrell Williams

Melhor Performance Country Solo: “Butterflies” — Kacey Musgraves

Melhor Música Country – “Space Cowboy” – Kacey Musgraves


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

OS INDICADOS AO FRAMBOESA DE OURO 2019

John Travolta em Gotti


O Framboesa de Ouro de 2019 é uma cerimônia de premiação que homenageia o pior da indústria cinematográfica em 2018. Os prêmios Framboesa de Ouro, também conhecidos como Razzies, são dados com base em votos de membros da Golden Raspberry Foundation e são entregues no dia anterior ao Oscar. Nesse ano, a 38ª edição do prêmio acontece no dia 23 de fevereiro.

Confira a lista dos indicados:

PIOR FILME
Gotti
Crimes em Happytime
Holmes & Watson
Robin Hood - A Origem
A Maldição da Casa Winchester


Hellen Mirren em A maldição da casa Winchester
PIOR ATRIZ
Jennifer Garner (A Justiceira)
Amber Heard (London Fields)
Melissa McCarthy (Crimes em Happytime e Alma da Festa)
Helen Mirren (A Maldição da Casa Winchester)
Amanda Seyfried (Espectador Profissional)

PIOR ATOR
Johnny Depp (Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim)
Will Ferrell (Holmes & Watson)
John Travolta (Gotti)
Donald Trump (como ele mesmo em Death of a Nation e Fahrenheit 11/9)
Bruce Willis (Desejo de Matar)

PIOR ATRIZ COADJUVANTE
Kellyanne Conway (como ela mesma em Fahrenheit 11/9)
Marcia Gay Harden (Cinquenta Tons de Liberdade)
Kelly Preston (Gotti)
Jaz Sinclair (Slender Man - Pesadelo sem Rosto)
Melania Trump (como ela mesma em Fahrenheit 11/9)

PIOR ATOR COADJUVANTE
Jamie Foxx (Robin Hood - A Origem)
Ludacris (Show Dogs)
Joel McHale (Crimes em Happytime)
John C. Reilly (Holmes & Watson)
Justice Smith (Jurassic World: Reino Ameaçado)

PIOR DUPLA EM TELA
Quaisquer atores e bonecos, especialmente nas cenas de sexo (Crimes em Happytime)
Johnny Depp e sua carreira em rápida decadência (Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim)
Will Ferrell e John C. Reilly destruindo dois personagens amados da literatura (Holmes & Watson)
Kelly Preston e John Travolta, com críticas dignas de A Reconquista (Gotti)
Donald J. Trump e sua mesquinharia (Death of a Nation e Fahrenheit 11/9)

Jason Sthatam em Megatubarão

PIOR REFILMAGEM/CÓPIA/SEQUÊNCIA
Death of a Nation (remake de Os Estados Unidos da Hillary)
Desejo de Matar
Holmes & Watson
Megatubarão (copiando Tubarão)
Robin Hood - A Origem

PIOR DIRETOR
Ethan Cohen (Holmes & Watson)
Kevin Connolly (Gotti)
James Foley (Cinquenta Tons de Liberdade)
Brian Henson (Crimes em Happytime)
Os irmãos Spierig (A Maldição da Casa Winchester)

PIOR ROTEIRO
Death of a Nation
Cinquenta Tons de Liberdade
Gotti
Crimes em Happytime
A Maldição da Casa Winchester