sábado, 1 de outubro de 2016

ANGELINA JOLIE E BRAD PITT PODEM REATAR


Parece que ainda existe uma chance do casal Angelina Jolie e Brad Pitt retomarem o casamento de pouco mais de 11 anos. Os dois anunciaram a separação recentemente e o motivo seria o uso excessivo de drogas e bebidas por parte do astro. O comportamento dele, teria sido decisivo para Jolie colocar um ponto final na relação com o marido com quem tem 6 filhos.

Agora, segundo informa o site americano Hollywood Life. O ator, que teria sido pego totalmente de surpresa com o pedido de separação, estaria disposto a se internar para retomar o seu casamento com Angelina. Uma fonte disse à publicação que Angelina também está disposta a ceder, se ele passar 90 dias em tratamento.

“Se ele conseguir ficar 90 dias sóbrio, seu casamento vai ser recuperado (…) Angelina sabe que não é apenas um compromisso passageiro”, diz o informante. “Jolie quer esperar até que ele esteja três meses sóbrio antes de levá-lo de volta para casa”, justifica uma pessoa próxima ao casal.

Fonte: 

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

UM NAMORADO PARA MINHA MULHER É PREMIADO NO BRAZILIAN FILM FESTIVAL


O longa “Um Namorado Para a Minha Mulher”, o último filme lançado pelo ator Domingos Montagner, que morreu em 15 de setembro, foi o grande vencedor da 20ª edição do Brazilian Film Festival of Miami, nos Estados Unidos.

O evento exibiu uma série de filmes brasileiros ao longo de quatro dias no Colony Theatre, em Miami. Por voto popular, “Um Namorado Para a Minha Mulher” foi reconhecido ficou com o prêmio Lente de Cristal.

Ingrid Guimarães postou um registro do momento da premiação nesta segunda-feira (26), em seu perfil no Instagram. Na imagem, a foto de Domingos Montagner aparece em um telão ao fundo.

Elenco e equipe prestarem mais uma linda e tocante homenagem ao colega Domingos Montagner, que integrou o elenco ao lado de Ingrid Guimarães e Caco Ciocler, em seu último trabalho nas telonas. “Eu conheci ele no ano passado, fazendo filme. Sempre foi o que todos dizem. Se você for reparar, todos falam a mesma coisa do Domingos: gentil, um excelente colega, que trabalha muito bem. Ele era um cara daqueles que é tipo galã antigo, eu chamava ele assim. Acabava a cena e ele mandava mensagem dizendo ‘você arrasou’, de um companheirismo, delicadeza, gentileza. Sempre de bom humor. Fui feliz do primeiro ao último dia”, nos disse a protagonista.



Ao longo de uma semana, o festival, que se tornou uma referência na divulgação do cinema nacional, exibiu um panorama diversificado da mais recente produção audiovisual brasileira para todo o mundo – com direito a muitos filmes inéditos e premières ao longo da semana. O leque de gêneros mostrou a versatilidade e qualidade do cinema nacional a nível global e longas como “Jonas”, de Lô Politi, “Marias” de Joanna Mariani, “Pequeno Dicionário amoroso 2”, “Campo Grande” e “Mais forte que o mundo – a história de José Aldo”, sobre o lutador de MMA brasileiro e o aguardado drama “Chatô” passaram por diversas salas de Miami. Como não poderia deixar de ser, em uma edição que levou o foco às mulheres na indústria, o longa “Nise – O Coração da Loucura”, fechou o evento em grande estilo.



terça-feira, 27 de setembro de 2016

A COSTUREIRA E O CANGACEIRO VAI VIRAR MINISSÉRIE


A Rede Globo tem investido no formato de filmes que possam virar minisséries com exibições curtas, de no máximo quatro capítulos, e pelo menos duas já estão confirmadas para janeiro de 2017.

Como já adiantado aqui no TV Foco, a Globo  adaptará o longa-metragem “A Costureira e o Cangaceiro”, protagonizado por Rômulo Estrela, Marjorie Estiano e Nanda Costa para o formato minissérie, segundo Patrícia Kogut, de “O Globo”, a ser exibida em janeiro.

O enredo é sobre duas irmãs que vivem separadas, sendo que uma vai morar na capital de Pernambuco e a outra no cangaço. A produção se passa nos anos 1930. Ainda de acordo com a jornalista, os protagonistas já começaram a gravar.

“A Costureira e o Cangaceiro” é dirigido por Breno Silveira, com roteiro de Patrícia Andrade.


Fonte: 


domingo, 25 de setembro de 2016

OS DEZ MANDAMENTOS BATE RECORDE EM SUA ESTREIA NA TV POR ASSINATURA


O filme “Os Dez Mandamentos” deixou o canal pago Megapix na liderança de audiência na TV paga na sexta-feira, dia 9.

Além disso, o filme baseado na novela da Record produzida em 2015, se tornou o filme nacional de maior audiência do ano na TV por assinatura e de toda a história do Megapix.

O sucesso arrebatador do longa também deixou outra marca. Durante a sessão, o canal pago ainda ficou em primeiro lugar entre os trending topics Brasil do Twitter, com a hashtag #DezMandamentosMegapix.


Fonte: 



quinta-feira, 22 de setembro de 2016

OS VENCEDORES DO EMMY 2016


Aconteceu nos Estados Unidos no último domingo (18), o Emmy 2016, o Oscar da TV mundial.  O recorde de “Game of thrones” – que com os três troféus da noite agora acumula 38 troféus ao todo, recorde histórico da premiação – e os cinco prêmios “The people v. O. J. Simpson: American crime story” foram os principais destaques do 68º Emmy Awards, principal premiação da TV dos Estados Unidos (veja os ganhadores abaixo).

A cerimônia aconteceu no Microsoft Theater (antigo Nokia Theatre), em Los Angeles, nos Estados Unidos, com apresentação de Jimmy Kimmel.

Com seu desempenho nesta noite, que incluiu a conquista da estatueta de melhor série de drama, melhor direção e melhor roteiro, “Game of thrones” finalmente superou as 37 vitórias da comédia “Frazier”, vencedora 37 emmys ao longo do período em que foi ao ar, entre 1993 e 2004.


PRINCIPAIS CATEGORIAS
Melhor série de comédia

 “Veep”

Melhor série de drama
“Game of thrones”


Melhor série limitada (antiga categoria minissérie)
 “The people v. O. J. Simpson: American crime story”


Melhor filme para TV
“Sherlock: The abominable bride”


— CATEGORIAS DE ATUAÇÃO
Melhor atriz em série em série de comédia

Julia Louis-Dreyfus (“Veep”)


Melhor ator em série de comédias)
Jeffrey Tambor (“Transparent”)

Melhor atriz em série de drama
Tatiana Maslany (“Orphan Black”)


Melhor ator em série de drama
Rami Malek (“Mr. Robot”)


Melhor atriz coadjuvante em série de comédia
Kate McKinnon (“Saturday Night Live”)


Melhor ator coadjuvante em série de comédia
Louie Anderson (“Baskets”)



Melhor atriz coadjuvante em série de drama
Maggie Smith (“Downton Abbey”)


Melhor ator coadjuvante em série de drama
Ben Mendelsohn (“Bloodline”)


Melhor atriz em série limitada ou filme para TV
Sarah Paulson (“The people v. O. J. Simpson: American crime story”)


Melhor ator em série limitada ou filme para TV
Courtney B Vance (“The people v. O. J. Simpson: American crime story”)


Melhor atriz coadjuvante em série limitada ou filme para TV
Regina King (“American crime”)


Melhor ator coadjuvante em série limitada ou filme para TV
Sterling K. Brown (“The people v. O. J. Simpson: American crime story”)


— CATEGORIAS DE DIREÇÃO
Melhor direção de série de comédia
Jill Soloway (“Transparent”; episódio “Man on the land”)


Melhor direção em série de drama
Miguel Sapochnik (“Game of thrones; episódio “Battle of the bastards”)


Melhor direção em série limitada, filme para TV ou especial
Susanne Bier (“The night manager”)


Melhor direção de especial de variedades
Thomas Kail e Alex Rudzinski (“Grease: Live”)


— CATEGORIAS DE ROTEIRO
Melhor roteiro em série de comédia


Aziz Ansari e Alan Yang (“Master of none” episódio  “Parents”)


Melhor roteiro em série de drama
David Benioff e D. B. Weiss (“Game of thrones”; episódio “Battle of the bastards”) 


Melhor roteiro de série limitada, filme para TV ou especial
D.V. DeVincentis (“The people v. O. J. Simpson: American crime story”; episódio “Marcia, Marcia, Marcia”) 


Melhor roteiro de especial de variedades
Patton Oswalt (“Patton Oswalt: Talking for clapping”)


    CATEGORIAS DE PROGRAMAS DE TV
Melhor série de variedades ou talk-show
“Last week tonight with John Oliver”

    Melhor programa de variedades com esquetes
“Key & Peele”


Melhor reality show de competição
“The Voice”


terça-feira, 20 de setembro de 2016

FILMES CONCORRENTES NO FESTIVAL DE BRASÍLIA

Antes o tempo não acabava

Começa hoje o Festival de Brasília.

A seleção buscou dar vez à pluralidade, tanto a de discurso – com filmes de forte debate político e experimentação estética – quanto a de regiões – foram selecionados filmes de seis Estados diferentes, além de um do DF, “Malícia”, de Jimi Figueiredo.

Outros destaques são “Deserto”, de Guilherme Weber, estrelado por Lima Duarte, que trata de uma trupe de artistas idosos que vaga pelo sertão; e “O Último Trago”, ficção sobre a luta contra a repressão ao longo da história, dirigido por um coletivo de cineastas cearenses que já está em sua quarta produção.

Os filmes foram selecionados entre 134 inscritos de todo o país. Contemplando produções que vão do Rio Grande do Sul ao Amazonas, o festival inova também nesta edição ao dar destaque a coproduções internacionais. “De fato, ampliando as fronteiras do interesse dos realizadores brasileiros, os filmes da competição nos levarão de Cuba a Miami”, adianta o curador do festival, Eduardo Valente.

Dois filmes selecionados foram produzidos deste modo: “A Cidade Onde Envelheço”, gravado em parte em Portugal, retratando a busca da protagonista por suas origens lusitanas; e “Vinte Anos”, coprodução com a Costa Rica capitaneada por Alice de Andrade, filha do cineasta Joaquim Pedro de Andrade, de “Macunaíma” (1969).

“Vinte Anos” é um documentário – foram selecionados apenas dois nesta edição – que trata da vida de três casais ao longo de duas décadas da história cubana. O outro é “Martírio”, de Vincent Carelli, que registrou durante 20 anos o extermínio de indígenas da nação Guarani Kaiowá.

Entre os filmes selecionados, estão ainda “Antes o Tempo Não Acabava’, que retrata o preconceito – o próprio e o social – de um indígena que se muda para a metrópole; o suspense “Elon Não Acreditava na Morte”, sobre um homem que se aproxima da loucura com a morte da esposa; e “Rifle”, sobre uma resistência de pequenos agricultores ao latifúndio.


Em 2015, o vencedor do Festival de Brasília foi o filme pernambucano Big Jato, de Cláudio Assis.

Os nove longas-metragens que concorrerão ao troféu Candango em 2016 no 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

- A cidade onde envelheço, de Marilia Rocha, 99min, 2016, MG (foto)
- Antes o tempo não acabava, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, 85min, 2016, AM
- Deserto, de Guilherme Weber, 100min, 2016, RJ
- Elon não acredita na morte, de Ricardo Alves Jr., 75min, 2016, MG
- Malícia, de Jimi Figueiredo, 87min, 2016, DF
- Martírio, de Vincent Carelli, em colaboração com Ernesto de Carvalho e Tita, 160min, 2016, PE
- O último trago, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, 98min, 2016, CE
- Rifle, de Davi Pretto, 85min, 2016, RS
- Vinte anos, de Alice de Andrade, 80min, 2016, RJ

domingo, 18 de setembro de 2016

O CANAL BRASIL CHEGA À MAIORIDADE


Quero homenagear o Canal Brasil que completa hoje 18 anos. E pelo qual guardo grande apreço, pois aliás, é o canal que mais assisto na Tv paga. Ao longo desse tempo já foram exibidos mais de 1500 longas metragens, 200 médias, 1100 curtas e 200 shows, além de séries e programas, todos refletindo a pluralidade cultural brasileira.

O Canal Brasil foi lançado em 18 de setembro de 1998 por Luiz Carlos Barreto, Zelito Vianna, Marco Altberg, Roberto Farias, Anibal Massaini Neto, Patrick Siaretta e Mendonça, nomes que se associaram à Globosat para tirar do papel a ideia do canal (hoje, André Saddy também é um dos sócios).

Nos primeiros cinco anos, porém, a empresa funcionou no vermelho, e ainda ganhou uma fama incômoda que demoraria a se dissipar: um canal de filmes velhos — e muitos deles de conteúdo erótico.

O Canal tinha de cara 228 títulos, que eram de responsabilidade dos sócios. Mas eram filmes basicamente de acervo, e essa imagem de um canal velho não foi boa para a gente — lembra Mendonça. — Além disso, o canal nasceu torto, ficamos com uma dívida grande. Em 2003, eles negociaram essa dívida, com a promessa de pagá-la em dez anos. Em 2004, Paulo Mendonça assumiu a gestão do canal, que até então era de responsabilidade da Globosat, e fez um novo planejamento. Três anos depois, a dívida estava paga.

Uma das primeiras ações de Mendonça como diretor-geral do canal foi evitar o que seria o padrão da televisão no Brasil. Foi assim, por exemplo, que nasceram programas inusitados, como o “Sem frescura”, apresentado por Paulo César Pereio, e o “Espelho”, de Lázaro Ramos.

Foram criados outros modelos, fazendo shows e produzindo filmes. Um exemplo é o que faz o canal francês Arte — diz Mendonça. — Outra vantagem foi a nova Lei da TV Paga. Pela necessidade das operadoras de terem um canal de conteúdo nacional, de 31 de outubro para 1º de novembro de 2012, nós fomos para os pacotes básicos de assinatura e pulamos de 3,5 milhões para 12 milhões de assinantes. Agora já temos 14,3 milhões.

Uma das sessões de maior audiência (apesar do horário em que é exibida) e que existe desde a estreia é o “Como era gostoso o nosso cinema” que exibe apenas pornochanchadas. O primeiro filme exibido nessa sessão foi “A penúltima donzela” com a saudosa Adriana Prieto.

Além de exibir os filmes nacionais, o Canal Brasil ainda os recupera. Desde a estreia já foram recuperados mais de 400 filmes que não possuíam fita para exibição em TV, como era o caso de “Rio Fantasia” (1957) de Watson Macedo (que estava fora de circulação há mais de duas décadas) e “São Paulo S/A” (1965) de Luís Sérgio Person, que foram recuperados em 2001 e posteriormente “A dama da zona”, A reencarnação do sexo” e “O clube das infiéis”, recuperados em 2006. O processo de recuperação utilizado é o de telecinagem que consiste na transferência das imagens da película cinematográfica para o sistema beta de vídeo, depois de rastrearem os acervos em busca da película em melhores condições.

Em 2006 passou a investir também na produção ou coprodução cinematográfica. Desde então foram mais de 100 projetos apoiados, como os filmes Loki – Arnaldo Baptista (2009), Canções do exílio – A labareda que lambeu tudo (2011), Waldick – Sempre no meu coração (2008), Dzi Croquettes (2010), Rock Brasília – A era de ouro (2011), além de vários outros num sistema de coprodução adotado pelo canal, que lhe dá o direito de exibição exclusiva.


Inclusive para comemorar o aniversário, a Seleção Brasileira que é exibida às terças às 22 h, com filmes inéditos coproduzidos pelo Canal, como “A morte de J. P. Cuenca”, “A luneta do tempo”, “Mulheres no poder” e “Boi Neon”.

Outra mostra comemorativa são Os melhores filmes da crítica que está exibindo 20 filmes, todos alocados do livro "100 melhores filmes brasileiros", que conta com o apoio do Canal Brasil. A mostra é exibida às segundas e terças-feiras, sempre à 0h15:


12/09 – O Pagador de Promessas (1962), de Anselmo Duarte
13/09 – O Auto da Compadecida (1999), de Guel Arraes
19/09 – Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade
20/09 – Matou a Família e Foi ao Cinema (1969), de Júlio Bressane
26/09 – Eles Não Usam Black-Tie (1981), de Leon Hirszman
27/09 – Ônibus 174 (2002), de José Padilha
03/10 – O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla
04/10 – Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert
10/10 – Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), de Bruno Barreto
11/10 – Assalto ao Trem Pagador (196), de Roberto Farias
17/10 – Cabra Marcado para Morrer (1984), de Eduardo Coutinho
18/10 – A Hora da Estrela (1985), de Suzana Amaral
24/10 – São Paulo, Sociedade Anônima (1965), de Luís Sérgio Person
25/10 – Pixote, a Lei do Mais Fraco (1981), de Hector Babenco
31/10 – Bye Bye, Brasil (1979), de Carlos Diegues
01/11 – Os Cafajestes (1962), de Ruy Guerra
07/11 – Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos
08/11 – Central do Brasil (1998), de Walter Salles
14/11 – Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha
15/11 – Amarelo Manga (2002), de Cláudio Assis


Nem precisaria dizer que já vi todos os filmes dessa mostra e também da Seleção Brasileira.