segunda-feira, 12 de março de 2012

CINEMA PARADISO


Um dos filmes indispensáveis a qualquer amante da sétima arte que se preze. Vencedor de dezenas de prêmios como o Oscar e o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro e o grande prêmio do Júri no Festival de Cannes. A lista completa dos prêmios é mostrada no início do filme.

Um produtor de cinema, Salvatore (Jacques Perrin) recebe a notícia da morte de seu grande amigo Alfredo (Philippe Noiret dublado) que lhe ensinou a amar o cinema na época em que trabalhava como projecionista em sua cidade natal. Um longo flashback mostra a vida desse personagem desde quando era criança (vivido pelo adorável Salvatore Cascio que padeceu do mal que acomete várias crianças famosas, o de desaparecer depois que começam a crescer), quando acompanhava as sessões do cinema Paradiso, mas não se deu por satisfeito enquanto não conseguiu trabalhar também como projecionista, já que sua paixão por cinema ia além, ele queria estar envolvido mais diretamente no processo.


O título original é NUOVO CINEMA PARADISO, que é explicado depois de um tempo de projeção, quando o primeiro cinema pega fogo e um homem que ganhou na loteria promove a sua reabertura.

O menino apelidado de Totó (parece nome de cachorro) é coroinha nas horas vagas e cochila durante as missas, já que passa as noites no cinema. Quando ele se torna adolescente sua atenção é dividida pelo amor que sente por uma colega de colégio, que ele passa a ficar todos os debaixo debaixo de sua janela até que ela se apaixone por ele, o que realmente acontece, mas quando ela tem que se mudar, o romance fica abalado. Há uma versão estendida com meia hora a mais que mostra o reencontro do casal depois de adultos, mas essa versão não foi lançada em DVD e o espectador sente falta de uma resolução desse amor.

O padre local assistia com antecedência aos filme e mandava que fossem cortadas todas as cenas de beijo, sob vaias da plateia. Salvatore recebe de presente de Alfredo um copião com essas cenas, que são mostradas ao final numa seqüência emocionante. Há também durante todo o filme, cenas de dezenas de outras películas que fazem a festa de qualquer cinéfilo.

Uma declaração de amor ao cinema.

Direção: Giuseppe Tornatore. Com: Philippe Noiret, Jacques Perrin, Salvatore Cascio, Drama, 123 min.


domingo, 11 de março de 2012

HOMENAGEM (ATRASADA) AO DIA DA MULHER


No dia 08 de março, comemorou-se o Dia da Mulher. E não há um nome melhor para representar todas as mulheres que Maria, que é também o nome da mãe de Jesus, da minha mãe, da minha avó, de várias das minhas tias e de tantas outras mulheres tão fortes, que se desdobram para efetuar suas tarefas de mãe, donas de casa, esposas e trabalhadoras em geral. Milton Nascimento cantou divinamente a "arte" de ser Maria e de ser mulher.

Maria, Maria
Milton Nascimento

Maria, Maria, é um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece viver e amar
Como outra qualquer do planeta
Maria, Maria, é o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta

Mas é preciso ter força, é preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria, mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania de ter fé na vida


sexta-feira, 9 de março de 2012

32 ANOS ESTA NOITE


Quando completei 30 anos, fiz uma festa e dei o nome de De repente, 30, por causa do hilário filme com Jennifer Garner, mesmo sabendo do filme 30 anos esta noite de Louis Malle, onde um homem decide se suicidar quando completa essa idade. Se eu fosse fazer festa este ano, daria o nome de 32 anos esta noite, apesar de pensar totalmente diferente daquele personagem e ainda acreditar que Tudo pode dar certo, agora que estou Aprendendo a viver e me divertindo tanto.

Depois de tanto tempo, acho que nem tenho certeza de quem sou, só sei do gosto: de cinema, de música, da minha família, dos amigos, de ler, escrever e de cuidar do coração (e como ele dá trabalho). Ainda tenho tantas coisas para descobrir, aprender, ensinar. Tomara que dê tempo pra tudo isso.

Sinto-me como um novato que chega de repente em algum lugar (sem avisar com antecedência) e passa despercebido de início até "tomar pé da situação" e se tornar imprescindível. Tento ser bom o tempo todo, apesar de isso ser tão difícil. Sei que existem algumas pessoas muito complicadas e como trabalho com elas o tempo todo (em um colégio), isso é recorrente.

Às vezes penso que Querem me enlouquecer. Não posso deixar minha mente desocupada, pois tenho medo de que consigam esse intento. Apesar de não ser noivo, sou muito neurótico e nervoso, além de ansioso e preocupado, mas tenho que aprender a controlar isso, mesmo sem usar de antidepressivos ou calmantes.

Continuo À procura da felicidade e também de um Amor sem fim e acho que Agora seremos felizes, eu e aqueles que cruzarem meu caminho. Pelo menos é isso que espero e o que desejo nessa data.

quarta-feira, 7 de março de 2012

1300 FILMES BRASILEIROS


Bruno Garcia e Bruna Lombardi em Onde está a felicidade?

Completei dia desses 1300 filmes nacionais assistidos, com o filme Onde está a felicidade? de Carlos Alberto Riccelli e roteiro de Bruna Lombardi. O filme é meio chatinho e bem inferior ao anterior da dupla, O signo da cidade, mas isso é só um detalhe.

A princesa Xuxa e os Trapalhões

A paixão pelo Cinema Nacional surgiu há muitos anos, com certeza influenciada pelos filmes dos Trapalhões e da Xuxa, que eram exibidos constantemente na Sessão da Tarde da Rede Globo. Depois acompanhava o “Made in Brazil” da Band que exibia entre outros filmes nacionais, as adoráveis pornochanchadas. Em seguida veio a TVE Brasil com o Cadernos de Cinema que após a exibição dos filmes, levava convidados para debater o longa sob o comando da jornalista Vera Barroso. A rede Globo, naquela época só exibia filmes brasileiros na primeira semana do ano com o Festival Nacional, mas isso ainda era pouco para mim que consumia avidamente esses filmes.




Ênio Gonçalves e Luiz Fernando Ianelli em O menino e o vento
 Descobri o Cine Brasil TV, um canal de produção independente que passa vários filmes e o melhor de tudo: é exibido em sinal aberto no satélite para quem quiser assistir. Foi nesse canal que conheci quase todos os filmes do diretor Carlos Hugo Christensen, como “O menino e o vento”, “Enigma para demônios”, “Anjos e demônios”, “Viagem aos seios de Duília” e do diretor e ator Carlo Mossy, um dos reis da pornochanchada, além de tantos outros filmes imperdíveis dos anos 60 aos anos 90. O canal é dirigido por Tereza Trautman (que tive a oportunidade de conhecer e é um amor de pessoa) que nos anos 70 e 80 dirigiu filmes como “Os homens que eu tive” e “Sonhos de menina moça”. Infelizmente o canal passou por alguns problemas quando várias operadoras independentes o retiraram de seu line-up e o número de assinantes caiu drasticamente, mas o canal ainda continua no ar, infelizmente sem muitas novidades.

Denys Derkian em Erótica - A fêmea sensual
O Canal Brasil ainda continuava sendo um sonho, quando descobri a TV por assinatura “Astral Sat” e virei assinante só por causa desse canal. Oito meses depois o canal foi retirado e ela logo faliu. Reclamei muito, mas não adiantou nada. Estava de novo órgão do Cinema Brasileiro quando resolvi assinar a Sky.
Conheci um pouco (ou muito) de cada fase do nosso cinema, como:
• As chanchadas dos anos 50 e 60: “Pintando o sete”, “Entrei de gaiato”, “Dona Violante Miranda”, os filmes do Mazzaropi: “Jeca Tatu”, “Sai da frente”, “Jecão – Um fofoqueiro no céu”, etc.

Maria Ribeiro e Átila Iório em Vidas Secas
• Os filmes do Cinema Novo, difíceis mais indispensáveis: “Terra em transe”, “Deus e o diabo na terra do sol”, “Menino de engenho”, “O pagador de promessas”, “Assalto ao trem pagador”, “Vidas secas”, etc.

Paulo Villaça e Sonia Braga em O bandido da luz vermelha
• O cinema marginal (underground ou udigrudi): “O bandido da luz vermelha”, “A margem”, “O anjo nasceu”, “Bang bang”, “O pornógrafo”, “Os monstros de Babaloo...


• Os filmes de cangaço: “A ilha das cangaceiras virgens”, “Corisco – O diabo loiro”, “O dragão da maldade contra o santo guerreiro”, etc.

Darlene Glória e Paulo Porto em Toda Nudez será castigada
• A era Embrafilme: “Toda nudez será castigada”, “Iracema – Uma transa amazônica”, “Lição de amor”, “Dona Flor e seus dois maridos”, “Bye, bye Brasil”, “Pixote – A lei do mais fraco”, etc.

Odete Lara e Carlo Mossy em Copacabana me engana
• As pornochanchadas: “Essa gostosa brincadeira a dois”, “Quando as mulheres querem provas”, “Dezenove mulheres e um homem”, “A noite das taras”, “As seis mulheres de Adão”, “Giselle”, “Mulher objeto”, “Convite ao prazer”, “O bem dotado – O homem de Itu”, “Bordel – Noites proibidas, etc.
• Os filmes de sexo explícito: “Coisas eróticas”, “Sexo proibido”, “As ninfetas do sexo ardente”, “Colegiais em sexo coletivo”, “Sexo de todas as formas”, “O ônibus da suruba”, etc.

Carolina Ferraz e Bertrand Duarte em Alma Corsária
• Os anos da crise (Era Collor): “Césio 137 – O pesadelo de Goiânia”, “Inspetor Faustão e o Mallandro”, “Sua excelência – O candidato”, “A maldição de Sampaku”, “Alma corsária”, “Capitalismo selvagem”, “A tv que virou estrela”, “Beijo 2348/72”, “Sábado”, “Veja esta canção”...

Leona Cavalli e Paulo Vespúcio em Um céu de estrelas

• A Retomada: “Carlota Joaquina – Princesa do Brazil”, “O quatrilho”, “Terra estrangeira”, “Como nascem os anjos?”, “O que é isso companheiro?”, “Um céu de estrelas”, “Os matadores”, “Central do Brasil”, “Hans Stadden”, “Paixão Perdida” ...

Rodrigo Santoro em Abril Despedaçado
• Os anos 2000: “Villa Lobos – Uma vida de paixão”, “Amélia”, “Cronicamente inviável”, “Tolerância”, “Abril despedaçado”, “Copacabana”, “Durval Discos”, “Deus é brasileiro”, “Viva voz”, “Olga”, “Tapete vermelho”, “Carreiras”, “Achados e perdidos”, “Brasília 18%”, etc.

Débora Falabela e Marieta Severo em A dona da história
• Os filmes da Globo Filmes: “Orfeu”, “A dona da história”, “Sexo, amor e traição”, Trair e coçar é só começar”, “Sexo com amor?”, “O coronel e o lobisomem”, “Se eu fosse você” 1 e 2, “Os normais” 1 e 2, “Cazuza – O tempo não para”, “Verônica”, etc.

Acho que não cabe aqui citar os meus atores e diretores preferidos, pois gosto de quase todos (uns mais outros menos), independente da fase ou época do nosso cinema.

Por falta de tempo acabei cancelando minha assinatura na época da faculdade e até hoje não retornei. Hoje a maioria dos filmes nacionais que assisto são baixados na internet.



terça-feira, 6 de março de 2012

DIÁRIO PROIBIDO


Diário proibido é baseado no best seller erótico Diário de uma ninfomaníaca de Valérie Tasso. É a história de Val (Belén Fabra), uma mulher viciada em sexo, que busca prazer com vários homens e nunca está satisfeita, até que se apaixona e o sexo deixa de ter tanta importância. Mas esse é só o começo dessa história que tem um clímax por volta de uma hora de filme, que dá a impressão de ser o fim, então toma um “fôlego” e dá uma reviravolta quando ela vai trabalhar em um prostíbulo.

Geraldine Chaplin (filha de Charlie Chaplin) faz uma participação especial nos 25 primeiros minutos, falando francês, como a avó de de Val que lhe dá conselhos para aproveitar a vida e ter quantos homens quiser. É estranho ver o nome de Geraldine em um filme erótico, mas é ela quem dá dignidade ao filme e é sua personagem quem aconselha Val a escrever seus questionamentos em um diário parta tentar respondê-los. Mas depois disso, o diretor se esquece desse artifício e ela nunca mais escreve nesse diário.

Val não deixa de se questionar. Todos a aconselham a aproveitar a vida, fazer o que tem vontade, mas às vezes percebe que o sexo, que ela tanto gosta, está lhe fazendo mal.
O filme tem cenas bem sensuais e alguns nus frontais. A atriz Belén Fabra é bela, mas os atores com quem ela contracena são horrorosos. O filme é falado em espanhol, com exceção dos diálogos entre Val e sua avó, que são em francês. É melhor do que eu esperava, apesar do tema central ser o sexo, não há só isso no filme, ele fala também de prazer, amor, casamento, frustrações e de vida. (7,5)


Direção: Christian Molina, Com: Belén Fabra, Leonardo Sbaraglia, Llum Barrera, Ângela Molina e Geraldine Chaplin. 95 min.

domingo, 4 de março de 2012

CADA UM TEM A GÊMEA QUE MERECE


Sou fã de Adam Sandler e vejo todos os seus filmes, mesmo sabendo que ele erra com grande freqüência, como é o caso desse filme sobre irmãos gêmeos que não se dão muito bem, Jack e Jill (ambos interpretados por Sandler). Pelo título original (Jack and Jill), até pensei que seria uma adaptação da famosa série homônima, mas não é o caso.


Jack é produtor de comerciais de TV e precisa evitar sua demissão contratando Al Pacino para promover um produto que rima com seu nome. Mas como convencê-lo a aceitar a participação na campanha?


Jill é feia, desengonçada e não tem namorado. Sua única alegria é visitar seu irmão gêmeo no dia de Ação de Graças. E esse é aliás um grande fardo para ele. A solução surge quando Al Pacino se interessa por ela e Jack resolve usar isso para convencê-lo a participar do comercial.


Cada um tem a gêmea que merece, chega a ser constrangedor. Não por não provocar risadas, mas quando o faz é com piadas escatológicas ou de banheiro, já que Jill solta gazes o tempo inteiro. O riso meio que forçado pelo resto da platéia (do cinema) vem acompanhado da culpa por achar graça de algo tão deprimente, ou mesmo de não ter outro motivo para rir.

Al Pacino deve ser amigo de Adam Sandler, para ter aceito esse papel, onde interpreta ele mesmo e assume que é ranzinza e antipático, mas como se sabe, ele não é comediante, nem muito menos engraçado e parece deslocado de todo o resto. Bem fez Johnny Depp que aparece em uma única cena e não chega a se comprometer.



Melhor sorte para Sandler da próxima vez. Eu que não me canso, acompanharei seus próximos filmes.








sexta-feira, 2 de março de 2012

FILMES ASSISTIDOS EM FEVEREIRO

Don Cheadle em Hotel Ruanda

01. Cartola – Música para os olhos **
Tem uns toques de Julio Bressane e cenas de alguns de seus filmes, como Bras Cubas. Gostei de Camila Pitanga como a amante dele e algumas músicas da trilha sonora e inclusive gravadas por Ney Matogrosso posteriormente.


02. XXY ***
Uma hermafrodita, que é tratada pelos pais como menina, se apaixona por um garoto que vai com os pais passar uns dias em sua casa e avaliar o seu caso para cirurgia. Delicado.


03. Simonal – Ninguém sabe o duro que dei ***
Não conhecia a carreira do cantor Wilson Simonal e esse filme foi muito revelador por mostrar todos os percalços que ele passou, sendo acusado de delação dos colegas da MPB. Não vou dizer que fiquei fã de suas músicas, mas mesmo assim achei interessante conhecer a sua história.


 
04. Deserto Interior **
Um filme mexicano que toca no tema delicado da fé, quando um pai pensa que todos os seus filhos vão morrer por causa de um erro seu do passado. Mas como toda novela mexicana, se perde no meio do caminho, se alonga demais e não empolga.


 
05. Loki – Arnaldo Baptista **
O primeiro filme produzido pelo Canal Brasil, mostrando o sucesso da banda Os mutantes, o amor de Arnaldo por Rita Lee, a tentativa de suicídio e o retorno aos shows.


06. Bee Movie – A história de uma abelha ***
Muito engraçadinho. Não sou fã de Jerry Seinfeld que dubla o personagem principal, mas vi a versão dublada na Rede Globo (haja comerciais). A melhor cena é quando toca a música Sugar Sugar (que foi tema de abertura da novela Despedida de solteiro) durante uma alucinação de um dos personagens.


07. Cada um tem a gêmea que merece **
Adam Sandler erra mais uma vez nessa comédia sem graça e escatológica. Depois comento mais sobre esse filme.


08. Viagem 2 – A ilha misteriosa ***
Continuação de Viagem ao Centro da Terra (2008). Vi em 3D no cinema, antes de ver a primeira parte. Realmente Dwayne Johnson (The Rock) melhora como ator e chega a ser simpático (até cantando) substituindo Brendan Fraser, protagonista da primeira parte. Luiz Gusman é um show a parte e quase rouba o filme.


09. Loveless **
Esse filme confuso e com elenco desconhecido nem chega a ser longa metragem, já que só tem 61 minutos. Nada contra a curta metragem, só contra a chatice e inutilidade.


10. Onde está a felicidade? **
Adorei o filme anterior de Bruna Lombardi (roteirista) e Carlos Alberto Riccelli (diretor), O signo da cidade, mas esse é tão descartável e sem graça. Uma apresentadora de programa de culinária que depois de achar que está sendo traída pelo marido, decide fazer o caminho de Santiago de Compostela. O filme se alonga demais e chega a cansar.


 
11. O príncipe **
Gosto dos filmes de Ugo Giorgetti e seu amor por São Paulo, mas esse é tão sem graça e além de tudo a participação de Bruna Lombardi é tão pequena.


 
12. Sem saída ***
Taylor Lautner prova que pode ter fôlego depois do fim dos filmes da saga Crepúsculo, apesar de sua apatia e rosto imutável. Pelo menos tem a participação de Sigourney Weaver sempre eficiente.


13. A saga crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 **
Confesso que nunca fui fã da saga Crepúsculo e vejo só por desencargo de consciência, já que todos veem. Nesse capítulo não acontece nada de importante. Bella e Edward se casam, ela tem o filho e só.


 
14. Viagem ao centro da Terra (2008) ***
Aventura despretensiosa estrelada por Brendan Fraser a partir do Livro de Julio Verne.


15. O retorno de Johnny English ** ½
Prefiro Rowan Atkinson como Mr. Bean (aliás, quem não prefere?). Gostei mais da primeira parte que tinha algumas músicas do ABBA, mas pelo menos esse tem a participação de Gillian Anderson de Arquivo X.


16. Queime depois de ler *** ½
Uma comédia de humor negro dos irmãos Coen com grande elenco. Brad Pitt faz um papel totalmente diferente dos outros, bem lesado e que infelizmente desaparece depois de um tempo.


17. London *** ½
O protagonista é feito por Chris Evans. Jason Statham faz um coadjuvante vulnerável, bem diferente dos fortões que ele interpreta atualmente.


18. O preço da paz **
Uma megaprodução brasileira estrelada por Herson Capri. Meio sem graça, pois se perde nas histórias paralelas. Nem chegou a ser lançado nos cinemas devido a brigas entre os produtores.


19. Hotel Ruanda ****
O melhor filme que vi nesse mês, mostrando a guerra civil entre os habitantes de Ruanda, na África. Como todas as guerras, sem nenhum motivo aparente. Don Cheadle foi indicado ao Oscar pelo papel.