quinta-feira, 12 de novembro de 2015

FÃ DE STAR WARS MORRE 5 DIAS DEPOIS DE VER O NOVO FILME DA SAGA


Daniel Fleetwood (32 anos), o fã de "Star Wars" que sofria com câncer terminal, morreu anteontem, cinco dias depois de assistir com exclusividade a nova produção "Star Wars: Episódio VII - O despertar da força".
Uma campanha lançada nas redes sociais fazia o pedido para os estúdios Walt Disney e para o diretor do filme, J.J. Abrams, exibir o filme para Daniel, que se descrevia como um grande fã da série. Depois da ação, Fleetwood foi autorizado a assistir o longa em sua própria casa.
Foi sua esposa quem revelou sua morte no Facebook. Ela disse que ele enfrentou uma luta impressionante no fim e agora está com Deus e com a força e que morreu durante o sono e em paz.
Daniel foi diagnosticado com células fusiformes sarcoma há dois anos. Em 1º de setembro, depois que o câncer se tornou mais agressivo, o seu médico lhe de um a dois meses de vida.

"Star Wars: Episódio VII - O despertar da força" chega aos cinemas brasileiros no dia 17 de dezembro.
Adam Driver como Kylo Ren, o novo vilão da saga

terça-feira, 10 de novembro de 2015

NISE - O CORAÇÃO DA LOUCURA VENCE O FESTIVAL DE TÓQUIO


O drama nacional “Nise – O Coração da Loucura”, de Roberto Berliner, que fala sobre a vida da psiquiatra Nise da Silveira, venceu o Grand Prix de melhor filme do Festival de Tóquio de 2015. Glória Pires, que vive a protagonista, também foi premiada na categoria de melhor atriz.
O longa narra a história da doutora Nise da Silveira, uma psiquiatra que começa a trabalhar em um hospital no subúrbio do Rio e se nega a empregar os novos e violentos tratamentos para pacientes com esquizofrenia.

No evento, Berliner destacou que a alagoana Nise (1905-1999) foi sua “heroína” e disse que ela não era muito conhecida quando começou a fazer o filme, há três anos. “Era minha responsabilidade mostrar a história dela para o mundo”, disse ele, que recebeu o troféu das mãos da atriz japonesa Kiwa e foi recepcionado pelo diretor norte-americano Bryan Singer, presidente do júri do festival. Glória Pires não estava presente no evento.

domingo, 8 de novembro de 2015

PROJETA BRASIL CINEMARK


A Rede Cinemark promove amanhã em todas as suas salas (exceto as salas Prime, de luxo) o 16º Projeta Brasil, iniciativa da rede de cinemas para promover produções brasileiras. Ao todo, mais de 30 filmes nacionais de 2015 serão exibidos.
Algumas salas dão mais destaque aos campeões de bilheteria do ano, como Loucas pra casar, Meu passado me condena 2, Carrossel  - O filme, mas serão exibidos também filmes elogiados como A estrada 47, Ponte aérea e Sangue azul também estão na lista.

A renda arrecadada com as sessões será revertida para programas de apoio ao cinema nacional. Os ingressos, à preços populares, custam R$ 3.

No ano passado passei quase o dia todo no Projeto Brasil e assisti a 3 filmes. Nesse ano já vi quase todos que serão exibidos, mas se houver sessões nos Shoppings de Goiânia para os filmes que eu ainda não vi, com certeza estarei lá.

Lista completa dos filmes:
(os que estão marcados com X são os que eu já assisti)

(X) Boa Sorte
(X) Divã a 2
(X) Metanóia
(X) O Amuleto
(X) SuperPai
(X) Trinta
(X) O Duelo
(X) Sangue Azul
(   ) Pequeno Dicionário Amoroso 2

Não perca!

sábado, 7 de novembro de 2015

OS VENCEDORES DA 39ª MOSTRA DE CINEMA DE SÃO PAULO


O filme islandês "Pardais" (foto), de Rúnar Rúnarsson e ganhador este ano da Concha de Ouro do Festival de Cinema de San Sebastián, na Espanha, foi o grande vencedor da 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que terminou na quarta-feira passada.

A produção islandesa ganhou o Troféu Bandeira Paulista de melhor filme concedido pelo júri e o de melhor roteiro entregue pela Associação de Autores de Cinema.

O júri internacional esteve integrado pela atriz americana Geraldine Chaplin, filha de Charles Chaplin, além de Luis Miñarro, diretor e produtor espanhol; Nathanaël Karmitz, produtor francês; Paulo Machline, cineasta brasileiro, e Ivan Wyszogrod, compositor argentino. A filha de Charles Chaplin qualificou o filme como uma obra "devastadora" da "maturidade".

"Pardais" é a crônica realista de uma difícil etapa na vida de um menino de 16 anos que, acostumado a viver com sua mãe, deve ir morar com o pai da noite para o dia, em uma pequena cidade a pouco menos de 200 quilômetros da Groenlândia, onde nunca anoitece no verão.

Os júris também concederam uma menção honrosa ao filme polonês "Carta Branca", de Jacek Lusinski.

A mostra exibiu durante duas semanas um total de 311 títulos de 62 países, projetados gratuitamente em salas de cinema, teatros, espaços culturais e museus da cidade.

Entre as mais de 300 produções presentes, 15 títulos foram escolhidos por seus respectivos países para concorrer a uma vaga entre os finalistas do Oscar de melhor filme estrangeiro.

Lázaro Ramos em Tudo que aprendemos juntos

LISTA COMPLETA DOS VENCEDORES

Prêmio do Júri - Melhor Filme - Novos Diretores
PARDAIS, de Rúnar Rúnarsson - Islândia, Dinamarca, Croácia


Menção Honrosa do Júri
CARTA BRANCA,de Jacek Lusinski - Polônia

Prêmio do Público - Melhor Ficção Internacional
SABOR DA VIDA, de Naomi Kawase - Japão, França, Alemanha

Prêmio do Público - Melhor Documentário Internacional
PIXADORES, de Amir Escandari - Finlândia, Dinamarca, Suécia

Prêmio do Público - Melhor Ficção Brasileiro
TUDO QUE APRENDEMOS JUNTOS, de Sérgio Machado - Brasil

Prêmio do Público - Melhor Documentário Brasileiro
MONSTROS DO RINGUE, de Marc Dourdin - Brasil

Prêmio da Crítica – Melhor Filme
OS CAMPOS VOLTARÃO, de Ermanno Olmi - Itália

Prêmio da ABRACCINE – Melhor Filme Brasileiro
ASPIRANTES, de Ives Rosenfeld - Brasil

Prêmio Associação Autores de Cinema – Melhor Roteiro
PARDAIS, de Rúnar Rúnarsson - Islândia, Dinamarca, Croácia

Prêmio da Juventude – Melhor Filme Internacional
BEATLES, de Peter Flinth - Noruega

Prêmio da Juventude – Melhor Filme Brasileiro
CALIFÓRNIA, de Marina Person - Brasil

Prêmio Leon Cakoff
JOSÉ MOJICA MARINS

Prêmio Humanidade
PATRICIO GUZMAN
ERMANNO OLMI



quinta-feira, 5 de novembro de 2015

AFINAL QUANDO É O DIA DO CINEMA BRASILEIRO? 19 DE JUNHO OU 05 DE NOVEMBRO


Uma duvida sempre ronda amantes do cinema brasileiro quando se questiona qual dia, afinal, foi dado para homenagear nossa cinematografia. Uns dizem ser 19 de junho, outros afirmam ser 5 de novembro. E nunca se chega a uma definição sobre o assunto.

A própria Ancine (Agência Nacional de Cinema) é categórica em afirmar que a data correta é mesmo 19 de junho. O dia remete ao ano de 1898, quando o cineasta italiano Afonso Segreto fez as primeiras imagens do Brasil. A bordo de um navio francês, o europeu que chegava ao Rio de Janeiro registrou a Baía de Guanabara.

Se a Ancine diz e explica, não restam dúvidas. 19 de junho é o Dia do Cinema Brasileiro. Mas, por que então muitos alegam ser em 5 de novembro?

Alguns acreditam ser uma homenagem ao cineasta Paulo Cesar Saraceni, nascido neste dia em 1933. Apesar de o diretor ser de grande importância à nossa cinematografia, principalmente na criação do Cinema Novo, não seria justo com os demais ter o seu aniversário como base.

Há quem diga também ser pela morte de Humberto Mauro, um dos precursores do cinema brasileiro. Foi na pequena cidade de Cataguases que o mineiro fez diversos filmes, dentre eles A Velha a Fiar, em 1964, considerado o primeiro videoclipe do mundo. Morto em 5 de novembro de 1983, Mauro teria recebido em sua homenagem um dia dedicado ao cinema. Porém, seria bastante mórbido escolherem o dia de sua morte, não?

Na verdade, toda esta confusão se deu por um erro do cineasta Carlos Ortiz, autor do livro O Romance do Gato Preto (1953), o primeiro que tenta contar a história do cinema brasileiro. Na obra, Ortiz afirma que a primeira filmagem no país foi realizada pelo português Antônio Leal em 5 de novembro de 1907, fazendo com que a data passasse a ser considerada como Dia do Cinema Brasileiro a partir da década de 50.

No entanto, já na década de 70, perceberam o equivoco, e o 5 de novembro deu lugar ao 19 de junho, por conta de Afonso Segreto. Por isso, então, muitos consideram ser uma data e outro tanto diz ser a outra.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

TÃO CEDO - PARTE 5



DANIELA PEREZ – filha da novelista Glória Perez, tinha apenas 3 anos de carreira quando foi assassinada em 1992, aos 22 anos pelo seu “colega” de elenco da novela “De corpo e alma” (Guilherme de Pádua).



FERNANDO RAMOS DA SILVA, protagonista de “Pixote – A lei do mais fraco” (1980) de Hector Babenco. Participou em seguida de dois outros filmes (Eles não usam black-tie e Gabriela) e da novela “O amor é nosso” da qual foi despedido por não conseguir decorar as falas. Não se mantém no meio artístico e volta para o convívio de bandidos e usuários de drogas. Morreu em 1987 aos 19 anos, baleado pela polícia.


ADRIANA PRIETO, uma das atrizes mais cultuadas dos anos 70. Ficou conhecida como a virgem profissional da pornochanchada, devido ao grande número de donzelas que interpretou, mas participou de vários outros filmes em apenas 8 anos de carreira (totalizando 18 títulos). Morreu num acidente de carro em 1975 aos 25 anos.
  

LEILA DINIZ – Iniciou carreira na televisão nas novelas de Glória Magadan e depois tornou-se musa dos brasileiros em “Todas as mulheres do mundo”, de Domingos de Oliveira. Chocou os conservadores ao aparecer grávida de biquíni na praia e ao dar uma entrevista bombástica para o jornal “O Pasquim”, fato que prejudicou sua carreira. Morreu em 1972, aos 27 anos, quando o avião em que viajava, explodiu em Nova Delhi, onde fora divulgar o filme “Mãos Vazias” (1971) de Luiz Carlos Lacerda.



CAZUZA – Um dos maiores poetas que o Brasil já teve. Autor de clássicos como “Exagerado”, “Faz parte do meu show”, “Bete balanço”, “O tempo não para” e dezenas de outras músicas inesquecíveis. Morreu em 1990, aos 32 anos, vítima da AIDS. 

  

LAURO CORONA, um dos atores mais queridos da televisão nos anos 80, pela sua “pinta” de bom moço em novelas como “Direito de amar” (1986) e “Vida nova” (1989). Morreu em decorrência do vírus da AIDS em 1989, aos 32 anos.
  


ANECY ROCHA – irmã do diretor Glauber Rocha, ela estreou no cinema em “Menino de engenho” (1965) de Walter Lima Jr., seu marido na época e criou outros personagens antológicos, como a Ness Elliot de “A Lira do Delírio” (1978). Morreu em 1977 aos 34 anos, ao cair no fosso do elevador do prédio onde morava.



CLÁUDIA MAGNO – Virou musa dos jovens ao participar de “Menino do rio” (1982) de Antonio Calmon e de várias novelas como “Fera Radical” (1988), “Felicidade” (1991) e “Sonho meu” (1994). Morreu em 1994, aos 35 anos de insuficiência respiratória aguda, em decorrência do vírus da AIDS.



RENATO RUSSO – O líder da Legião Urbana, que é uma das bandas que eu mais gosto. Não sei qual minha música preferida, talvez goste de todas elas, a começar por “Por enquanto” até “A via láctea” (do primeiro e do último Cd da Legião Urbana, respectivamente). Faleceu em 1996, aos 36 anos, vítima da AIDS.



ODUVALDO VIANNA FILHO, o VIANINHA, criador da “Grande Família”, no ar até hoje na Rede Globo em sua segunda versão. Autor de várias peças de teatro e ator em vários filmes como “Cinco vezes favela” (1962) e “O desafio (1965). Faleceu em 1974, aos 38 anos em decorrência do câncer.

Continua...


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

TÃO CEDO - PARTE 4


LEILA LOPES – Chamou a atenção dos brasileiros ao viver uma professora na novela “Renascer” (1993) e uma mulher duvidosa em “O Rei do Gado” (1996), ambas de Benedito Ruy Barbosa. Porém os papéis na televisão foram escasseando e ela aceitou protagonizar uma trilogia de filmes pornográficos em 2008 (Pecados e tentações, Pecado sem perdão e Pecado final). Cometeu suicídio em 2009, aos 40 anos.



CHIQUINHO BRANDÃO, protagonista dos clássicos “A marvada carne” (1985), “Cidade oculta” (1986) e “Beijo 2348/72” (1988), morreu em 1991, aos 38 anos num acidente automobilístico.

  

CAIQUE FERREIRA, protagonista de “As Aventuras de um Paraíba” (1983) e “A flor do desejo” (1984), participou de inúmeras novelas desde “Brilhante” (1981) até “O sexo dos anjos” (1989). Morreu em 1994, aos 39 anos de insuficiência respiratória.
  
  

IRVING SÃO PAULO – Iniciou carreira no teatro aos seis anos de idade, no cinema em “A noiva da cidade” (1978) e na televisão na novela “Final feliz” (1982). Era um dos atores preferidos da autora Ivani Ribeiro, da qual fez várias tramas e irmão do também ator Ilya São Paulo. Faleceu em 2006, aos 41 anos, de falência múltipla dos órgãos, decorrente de pancreatite.

  

GLAUCE ROCHA – uma das musas do cinema novo e protagonista de um dos filmes que eu mais gosto, “Um homem sem importância” (1971), morreu em 1971, aos 41 anos de problemas cardíacos.
   

RÔMULO ARANTES – foi campeão brasileiro de natação, antes de estrear como ator na novela “Brilhante” (1981), a qual se seguiram várias outras, como “Perigosas peruas” (1992) e “Quatro por quatro” (1994). Morreu num acidente aéreo em 2000, aos 43 anos. Seu filho Rômulo Arantes Neto, também é ator.

  

RAUL SEIXAS – O maluco beleza da música brasileira, cultuado até hoje por sucessos como “Ouro de tolo”, “Metamorfose ambulante” e “Gitã”. Morreu em 1989, aos 44 anos de cirrose hepática.

  

SÉRGIO CARDOSO – Estreou no teatro e em 1949, fundou com Nydia Licia (sua então mulher) a Companhia Teatro dos Doze. Fez sua estreia na televisão na TV Tupi e depois na Globo viveu um negro na novela “A Cabana do Pai Tomás” (1969), fato que foi muito criticado, já que ele era branco. Sua última novela foi “O primeiro amor” (1972), quando teve um ataque cataléptico aos 47 anos.

  

SANDRA BRÉA, foi a grande musa do cinema do cinema brasileiro dos anos 70 e da televisão dos anos 70 e 80, tendo estreado como modelo aos 13 anos de idade. Viveu a hilária personagem Jaqueline na 1ª versão da novela “Ti ti ti” (1985) e morreu em decorrência da AIDS em 2000 aos 48 anos, depois de ter feito várias campanhas de prevenção à doença.

  

LILIAN LEMMERTZ – mãe da também atriz Julia Lemmertz. Tornou-se musa de Walter Hugo Khouri, com quem fez oito filmes, entre eles, “As amorosas” (1968), mas também fez grande sucesso na televisão. Morreu em 1986, aos 48 anos, em decorrência de um enfarto.



GONZAGUINHA - Luiz Gonzaga do Nascimento Jr. recebeu o diminutivo carinhoso em homenagem a seu pai, Luiz Gonzaga, o rei do baião e com quem convivia pouco já que foi adotado por Henrique Xavier Ribeiro, o Baiano. Disse que se encontrava com o pai apenas poucas vezes por ano, mas chorou desesperadamente quando ele morreu em 1989. Feio, magro, barba mal cuidada e fumando o tempo todo, emplalcou dezenas de sucessos como: Começaria tudo outra vez, Espere por mim, morena, Preto que satisfaz, Feliz, Comportamento geral e outras gravadas por outros artistas, Grito de alerta (Agnaldo Timóteo), Eu apenas queria que você soubesse (Elis Regina), A felicidade bate à sua porta (Frenéticas), Galope (Simone) e Não dá mais pra segurar ((Explode coração) Maria Bethânia). Morreu em um acidente automobilístico na manhã do dia 29/04/1991, aos 45 anos.